Depois do fim de semana animadíssimo na fazenda da Isa. Eu e o Allan ficamos mas unidos. Não em termos de sexo e sim em confiança. Sabia que podia confiar nele de alguma forma até porque nós mantiamos uma relação dentro de casa a baixo dos narizes dos meus tios e dos meus primos. Cheguei perto do Allan e confessei que também mantia um relacionamento meio que secreto com o Cris. Ele disse já desconfiar, mas não imaginava que era com o Cris e sim com o Renato.
Uma certa noite eu acordei meio que abafado, com um calor, e com o corpo todo suado. Fui até a cozinha tomar um copo d’água. Sentei, um pouco e fiquei refletindo sobre os últimos acontecimentos, não imaginara que aquilo tudo havia ocorrido comigo. Parecia que os deuses estavam me abençoando. Sempre gostei de mitologia (vocês já devem ter percebido né!), uns dos deuses que mais me fascina é Poseidon o deus do mar, e também gosto muito da história de Aquiles, Mas voltando ao ponto. Sentado me encontrava na cozinha até que Cris entrou e sentou ao meu lado, conversa vai, conversa vem. Nos beijamos ele me segurou com força pelos cabelos, acho que isso é uma fantasia dele. Colocou-me sobre a mesa, e com uma das mãos levantou minha perna esquerda penetrando seu pau no meu cu. Transamos ali mesmo sobre a mesa da cozinha. A todo instante eu imaginava que alguém podia estar vendo, sei lá uma sensação meio que de vigia, nos olhando de algum lugar da casa. O que me deixava mais cheio de tesão ainda. O Cris me colocou sobre a mesa, e na posição, mas comum do mundo nós transamos, e a tal sensação não passava, só de imaginar um voyeur nos observando era enlouquecedor. Senti-me um peru de festa trepando na mesa da cozinha com o cheff gostoso que seria meu primo.
Coloquei-me de joelhos diante do meu cozinheiro maravilhoso e me preparei para tomar o leite sadio do meu homem. Ele encheu minha boca de porra e depois sentamos pra conversar, achei meio esquisito, mas ele queria mesmo conversar. Ele perguntou como foi o meu fim de semana na fazenda e se eu tinha realmente transado com o Allan. Não neguei nada só não falei sobre o caseiro. Ele ficou meio assim... Mas depois fomos deitar. Como sempre fui dormir com o Allan.
Dia seguinte Zion me tratou meio estranho, não me passou o leite e disse se eu quisesse o pão eu levantasse e pegasse. Atitude que eu nunca havia notado nele antes. Fui com o Renato pro colégio, pois o Allan não teve aula. Como sempre tive que aturar as piadas sem graças dos garotos do colégio, tudo um bando de gays enrustidos, cheios de invejas por não poderem ser que eles querem ser, daí tentam se vingar nas pessoas que são felizes como querem. Fui andando até o parque com a Isa que me confessou estar apaixonada pelo Allan. Senti aquilo cair sobre mim como uma pedra do tamanho do mundo. Falei que iria ajudar eles a se conhecerem melhor, disse mais da boca pra fora, pois eu queria mesmo era o Allan só pra mim. Mas como dizem amigos dividem tudo, né! Então tem que ser tudo mesmo.
Chamei a Isa pra dar uma volta na praia que não quis ir comigo, mesmo assim segui meu rumo, fui caminhar um pouco na areia da praia.
Sentei-me um pouco na areia e fiquei viajando nas ondas do mar... O som das águas me deixaram em transe. Parecia que não existia, mas nada só eu e meus pensamentos. Foi ai que aconteceu o inesperado. Uma bola veio em minha direção e proto, uma pancada tão forte na minha cabeça me deixou desacordado por uns 8 minutos. Quando voltei a si, me deparei com um monte de homens sem blusas me olhando, deitado na areia, e sobre mim estava, um deus lindo, moreno dos olhos negros, de cavanhaque, cabelos escuros e lisos, com um corpo rasgado, de por inveja em qualquer deus do Olimpo. Seu nome Daniel, ele se apresentou logo assim, que eu abri os olhos. Mas pode me chamar de Dan, e sorriu. Sua cabeça esta doendo? Eu balancei a cabeça dizendo que não só estou meio tonto. Levantei e fui pra casa, mas a imagem dele não saiu da minha cabeça. À noite fui com a Isa e o Allan pra um barzinho, chegamos lá e fiz de tudo ra eles não ficarem, mas sem a Isa perceber é claro. Tentativa frustrada quando fui ao banheiro e voltei, eles já estavam se beijando. Sentei-se à mesa e puxei um assunto meio sem sentido. Quando eu olhei pra porta do bar quem vem entrando ele o príncipe dos mares, meu deus hindu. Falei pra Isa olhar rapidamente, mas ele viu a cena e veio ao nosso encontro. Ele chegou em nossa mesa e me perguntou se eu estava bem, depois sorriu e falou, nossa como eu sou babaca se vc esta aqui é claro que esta bem né? Eu disse to bem sim. E agradeci pela preocupação. Allan viu meu olhar de interesse nele e chamou o Dan pra se sentar conosco. Ele aceitou e se sentou ao meu lado. Naquela noite o dan estava muito lindo. Com uma bermuda de surfista preta, com estampas brancas, uma camisa verde grudada no corpo, seus cabelos lindos penteado meio que de lado e um perfume maravilhoso exalava de seu corpo. Quando ele sentou ao meu lado não pude deixar de olhar para o volume que seu pênis fazia na bermuda, fiquei mio que na duvida se era seu pau ou o volume da própria bermuda. Ele se ajeito coçou mala e pronto minhas duvidas foram para o mar, realmente era volume do pau mesmo, seu pênis no tamanho normal era perfeito, e eu não conseguia disfarçar e não tirava ao olhos de seu pau.
Até que derrepente percebi um movimento meio estranho, parecia que seu membro mais precioso estava com vida própria, se arrastava pela sua bermuda parecendo estar louco pra sair da pressão que fazia entre a cueca e a bermuda. Não pude negar e fixei meus olhos para a bermuda, ele nem estava ai pro acontecimento parecia estar gostando.
Saímos do bar e eu num lapso de loucura pedi o telefone do Dan, ele claro me deu. E disse que iria esperar eu telefonar.
Minha vontade era de agarrá-lo ali mesmo e beijá-lo, mas deveríamos dar tempo ao tempo. Fomos pra casa, chegando lá o Allan pergunto se eu estava bolado com a ficada dele e da Isa, eu na hora disse que não, ele era livre pra fazer o que ele quisesse da vida dele e eu nunca iria me meter. Ele disse que reparou meu pequeno interesse pelo Dan, retruquei e falei que ele estava louco. Fomos dormir.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Assinar:
Comentários (Atom)
