O dia amanheceu meio fechado, as nuvens cobriam o sol e esfriava as sombras no banco do pátio do colégio. Embora eu não costumava sentar se ali. Derrepente percebi uma sombra quente ao meu lado não olhei de imediato. Quando me virei me deparei com uma menina linda, loira, de olhos castanhos claros puxados pro verde, pele clara, meio pálida. Mas muito simpática de primeiro momento, pediu licença e sentou-se ao meu lado. Puxei assunto, meio sem saber o que falar, mas disparei. O dia hoje não esta pra peixe né? Ele respondeu meio com uma voz rouca – é realmente, os pescadores devem estar revoltados. Sorri e me apresentei, Per... Pers... Peter. Ela perguntou se eu sempre gaguejava assim antes de disser meu nome. Eu fechei as sobrancelhas, e expliquei a origem de meu nome. Quando me apresentei como Perseu, ela ficou meia que assustada, e indagou, Perseu? Seria em homenagem ao herói grego, filho de Zeus? – pois é isso mesmo, como a maioria dos heróis morreram, foram degolados, surrados ou amaldiçoados pelos deuses meus pais escolheram este, pois o próprio não sofrera muito em sua jornada, e sempre foi bem sucedido em suas batalhas. Talvez por que eles querem que eu seja tão bem sucedido como tal. Respondi. Ela sorriu meio trincando os dentes e falou – seus pais devem ser muitos loucos por mitologia grega né? Como os meus. Então meu nome é Isadora, minha mãe queria por “Juno”, meu pai “Atenas”, mas na sorte recebi Isadora em homenagem a deusa Isis. Puxa! Seus pais devem ser loucos por mitologia grega. Sorrimos juntos. – não só meu pai minha mãe prefere mitologia romana. Ela respondeu - É da pra perceber pelo nome Juno. Acrescentei. Dali pra frente pude perceber, que tivera feito uma amizade com uma menina, logo eu que nunca havia tido um amigo de verdade durante 15 anos. Fui caminhando pra casa junto a Allan e Isadora, que ficou encantada com a beleza de Allan.
Também não era pra menos ele realmente é lindo, parece um descendente de “Narciso” de tão belo. Nos despedimos e cada um seguiu seu caminho, eu junto a Allan pra casa e ela só em rumo ao teu recanto. Quando cheguei em casa encontrei Renato na sala, e minha tia na cozinha, os gêmeos estava se aprontando pra ir pro colégio. Allan entrou para o banheiro e lá, ficou uns quarenta minutos. Ao sair sentamos à mesa e almoçamos. O dia passou normal, mas nada de anormal aconteceu. Ao anoitecer eu e o Cris tivemos nossa transa de sempre. E os dias foram passando eu e Isadora, tivemos uma afinidade enorme, ela sempre estava aqui em casa e eu na casa dela. Ate que um dia ela resolveu falar do seu aniversario de 16 anos. Ela me pediu uma idéia de como poderia ser sua festa, e que ela queria que o Allan fosse. Ela me falou que os pais dela tinham uma fazenda no interior do RJ, e que estava sempre vazia. Então era só esperar um dia de sol pra irmos pra lá. Combinamos tudo e no dia marcado partiríamos pra fazenda. Passou uma semana e chegou à sexta-feira mais esperada, entre eu, ela e Allan, ainda estavam mais seis garotos e nove meninas. Chegamos na fazenda e o sol era de rachar, eu como é bem provável ficaria no quarto junto a Allan. Até porque queria saber se ele iria fazer alguma loucura neste fim de semana. E também eu estava meio frio com ele, quem sabe essa temporada podia fazer nós dois, nos aproximar mais. Entramos no quarto. E logo fomos no preparando para tomar banho de piscina. O Allan colocou a sunga, mas a corda estava pra dentro, ele disse. - pow, Peter! caramba tem alguma sunga extra aê pra me empresta? Porque a minha está meio frouxa. Eu falei - para com isso nada haver nem da pra perceber. – ata e se eu pular na piscina e a sunga cair geral vai me zoar. Ele respondeu. Tá bom, outra eu não tenho, mas dá pra ajeitar, perai!
Peguei uma tampa de caneta e tentei puxar o cordãozinho, mas minha mão estava esbarrando em seu pênis que ficava ereto, ele pediu pra eu parar de passar a mão. Mas não dava, mesmo que eu quisesse. A cabeça de seu pau já estava explodindo pra fora quando eu coloquei a cordinha no lugar certo. Daí ele me perguntou e agora como eu fico? Fechei a porta e falei deixa comigo por que isso eu sei como resolver também. Comecei a chupá-lo, e ele pressionava minha cabeça contra sua tola, e falava carmba primo, pensei que nunca, mas fossemos fazer isso. Você nem sabe o quanto eu estava louco pra te pegar de novo. Chupei, chupei, até que ele disse para, para, vou gozar. Ele gozou na minha boca me deixando todo molhado. Até que Isadora bateu na porta. – hei vcs não vão não? Já estão todos lá! Nos ajeitamos e descemos.Enquanto a galera se banhava na piscina, não pude deixar de reparar em um homem, Que passava de um lado para o outro, meio mal encarado. Perguntei a Isa o que ele era? – tipo caseiro sabe? – uhum sei...! Respondi. Mas o cara era muito desconfiado, mas tinha um jeito especial, chamarisco. Seu nome era Roberto, mas Isa o chamava de Beto, ele era alto deveria ter uns 1,92cm, moreno, forte, peitos cabeludo, braços torneados, pernas grosas, cabelos compridos e cacheados, presos num rabo de cavalo. Tinha um odor que exalava de sua pele, o que, mas me chamara a atenção.
O dia na fazenda foi meio cansativo, as 21hs todos já estavam deitados ou dormindo. Eu fui te o quarto de Isa que já se preparava pra dormi, a chamei pra dar uma volta, mas ela negou. Fui só andei um pouco e avistei uma casa pequena no centro da fazenda logo depois do estábulo. Tinha uma luz acessa minha curiosidade era tão grande que não resisti e fui até lá. Cheguei bem devagar e pude perceber a janela aberta, me abaixei e pude ver, o caseiro com um macacão tipo de mecânico, abaixado até o joelho. Em sua mão direita uma revista de mulheres pelada de segunda. E uma rola do tamanho do mundo na mão esquerda. Ele se masturbava como um cavalo, sua rola era enorme e seus músculos faziam um movimento hesitante. Nessas horas o pior sempre acontece, mas para o meu lado não fora o pior e sim o melhor. Uma vontade enorme de torcir me veio meio que derrepente, não consegui segurar até que pronto. Veio um cof-cof-cof sem tamanho, o que chamou atenção do Beto. Ele olhou para a janela ainda com as mãos ocupadas, e perguntou o que eu estava fazendo ali. Sem ter como me explicar, falei que tinha visto ele e queria saber onde ele morava e tal...Ele disse entra ai que você vai terminar o que eu comecei sozinho. Gaguejei e tentei distorcer, mas a vontade era maior. Como dizia Oscar Wilde “A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos a ela”. Entrei e pronto me ajoelhei diante daquele homem que parecia não ver uma mulher, um gay, ou qualquer outro tipo de ser humano a anos. Chupei seu pau, que deveria ter uns 25cm de largura e uns 14cm de grossura, mas neste mesmo momento, Allan sentiu minha falta e foi me procurar. Não me encontrando na casa, foi andando até que também avistou a tal curiosa casinha e foi até lá. Chegou e ficou na janela olhando eu chupar o caseiro, seu tesão era tão forte, que ele também pos seu pau pra fora e começou a se masturbar, diante da cena. Por um instante ele esquecera onde estava e gemeu muito alto desconcentrando o caseiro.
Que ao olhar pra fora disse nossa, mas um franguinho é. Esse é o que galo ou galinha? Allan entrou na casa e pronto mais uma vez rolou o “ménage a trois”. Eu chupava o Beto e chupava também o Allan, era um sonho. Até que Allan disse pra Beto me enrrabar, Beto falou que não ainda não era hora, e se Allan quisesse ele dava as honras da casa pra ele. Allan me pos de quatro e penetrou sua rola no meu cu que já estava piscando doido pra ser enrrabado. E eu não me aguentava de tesão em quanto chupava a rola enorme do Beto. Enquanto Allan, me enrrabava me puxando pra encaixar seu pau no meu cu. Beto me puxava pelos cabelos e fodia minha boca. Era tão forte que eu nem conseguia respirar. Até que Allan se cansou um pouco e Beto disse agora deixa eu mostrar como é que aqui na fazenda a gente come uma cabrinha bonitinha assim. E pronto ele veio com seu caeté de 25cm sem mesmo pedir licença, foi empurrando, era tão grande que ele penetrou e mesmo assim continuou segurando. E empurrando com a mão. Allan parecia meio que arrependido, pois meus olhos estavam lagrimejando de dor. Mas já que eu estava ali fui até o fim. Beto mandou Allan se masturbar ele ficou batendo uma até sentir vontade de gozar quando Beto disse pronto vou dar o leite pro bezerro, vai moleque coloca teu pau na boca dele também. E os dois gozaram na minha boca, Um gozo quente e delirante. Fui meio que dolorido pro quarto e nem tive disposição pra curtir o dia seguinte na fazenda. No domingo pela manhã partimos pra casa...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário