quinta-feira, 11 de junho de 2009

O Príncipe dos Mares

Depois do fim de semana animadíssimo na fazenda da Isa. Eu e o Allan ficamos mas unidos. Não em termos de sexo e sim em confiança. Sabia que podia confiar nele de alguma forma até porque nós mantiamos uma relação dentro de casa a baixo dos narizes dos meus tios e dos meus primos. Cheguei perto do Allan e confessei que também mantia um relacionamento meio que secreto com o Cris. Ele disse já desconfiar, mas não imaginava que era com o Cris e sim com o Renato.

Uma certa noite eu acordei meio que abafado, com um calor, e com o corpo todo suado. Fui até a cozinha tomar um copo d’água. Sentei, um pouco e fiquei refletindo sobre os últimos acontecimentos, não imaginara que aquilo tudo havia ocorrido comigo. Parecia que os deuses estavam me abençoando. Sempre gostei de mitologia (vocês já devem ter percebido né!), uns dos deuses que mais me fascina é Poseidon o deus do mar, e também gosto muito da história de Aquiles, Mas voltando ao ponto. Sentado me encontrava na cozinha até que Cris entrou e sentou ao meu lado, conversa vai, conversa vem. Nos beijamos ele me segurou com força pelos cabelos, acho que isso é uma fantasia dele. Colocou-me sobre a mesa, e com uma das mãos levantou minha perna esquerda penetrando seu pau no meu cu. Transamos ali mesmo sobre a mesa da cozinha. A todo instante eu imaginava que alguém podia estar vendo, sei lá uma sensação meio que de vigia, nos olhando de algum lugar da casa. O que me deixava mais cheio de tesão ainda. O Cris me colocou sobre a mesa, e na posição, mas comum do mundo nós transamos, e a tal sensação não passava, só de imaginar um voyeur nos observando era enlouquecedor. Senti-me um peru de festa trepando na mesa da cozinha com o cheff gostoso que seria meu primo.
Coloquei-me de joelhos diante do meu cozinheiro maravilhoso e me preparei para tomar o leite sadio do meu homem. Ele encheu minha boca de porra e depois sentamos pra conversar, achei meio esquisito, mas ele queria mesmo conversar. Ele perguntou como foi o meu fim de semana na fazenda e se eu tinha realmente transado com o Allan. Não neguei nada só não falei sobre o caseiro. Ele ficou meio assim... Mas depois fomos deitar. Como sempre fui dormir com o Allan.
Dia seguinte Zion me tratou meio estranho, não me passou o leite e disse se eu quisesse o pão eu levantasse e pegasse. Atitude que eu nunca havia notado nele antes. Fui com o Renato pro colégio, pois o Allan não teve aula. Como sempre tive que aturar as piadas sem graças dos garotos do colégio, tudo um bando de gays enrustidos, cheios de invejas por não poderem ser que eles querem ser, daí tentam se vingar nas pessoas que são felizes como querem. Fui andando até o parque com a Isa que me confessou estar apaixonada pelo Allan. Senti aquilo cair sobre mim como uma pedra do tamanho do mundo. Falei que iria ajudar eles a se conhecerem melhor, disse mais da boca pra fora, pois eu queria mesmo era o Allan só pra mim. Mas como dizem amigos dividem tudo, né! Então tem que ser tudo mesmo.
Chamei a Isa pra dar uma volta na praia que não quis ir comigo, mesmo assim segui meu rumo, fui caminhar um pouco na areia da praia.
Sentei-me um pouco na areia e fiquei viajando nas ondas do mar... O som das águas me deixaram em transe. Parecia que não existia, mas nada só eu e meus pensamentos. Foi ai que aconteceu o inesperado. Uma bola veio em minha direção e proto, uma pancada tão forte na minha cabeça me deixou desacordado por uns 8 minutos. Quando voltei a si, me deparei com um monte de homens sem blusas me olhando, deitado na areia, e sobre mim estava, um deus lindo, moreno dos olhos negros, de cavanhaque, cabelos escuros e lisos, com um corpo rasgado, de por inveja em qualquer deus do Olimpo. Seu nome Daniel, ele se apresentou logo assim, que eu abri os olhos. Mas pode me chamar de Dan, e sorriu. Sua cabeça esta doendo? Eu balancei a cabeça dizendo que não só estou meio tonto. Levantei e fui pra casa, mas a imagem dele não saiu da minha cabeça. À noite fui com a Isa e o Allan pra um barzinho, chegamos lá e fiz de tudo ra eles não ficarem, mas sem a Isa perceber é claro. Tentativa frustrada quando fui ao banheiro e voltei, eles já estavam se beijando. Sentei-se à mesa e puxei um assunto meio sem sentido. Quando eu olhei pra porta do bar quem vem entrando ele o príncipe dos mares, meu deus hindu. Falei pra Isa olhar rapidamente, mas ele viu a cena e veio ao nosso encontro. Ele chegou em nossa mesa e me perguntou se eu estava bem, depois sorriu e falou, nossa como eu sou babaca se vc esta aqui é claro que esta bem né? Eu disse to bem sim. E agradeci pela preocupação. Allan viu meu olhar de interesse nele e chamou o Dan pra se sentar conosco. Ele aceitou e se sentou ao meu lado. Naquela noite o dan estava muito lindo. Com uma bermuda de surfista preta, com estampas brancas, uma camisa verde grudada no corpo, seus cabelos lindos penteado meio que de lado e um perfume maravilhoso exalava de seu corpo. Quando ele sentou ao meu lado não pude deixar de olhar para o volume que seu pênis fazia na bermuda, fiquei mio que na duvida se era seu pau ou o volume da própria bermuda. Ele se ajeito coçou mala e pronto minhas duvidas foram para o mar, realmente era volume do pau mesmo, seu pênis no tamanho normal era perfeito, e eu não conseguia disfarçar e não tirava ao olhos de seu pau.
Até que derrepente percebi um movimento meio estranho, parecia que seu membro mais precioso estava com vida própria, se arrastava pela sua bermuda parecendo estar louco pra sair da pressão que fazia entre a cueca e a bermuda. Não pude negar e fixei meus olhos para a bermuda, ele nem estava ai pro acontecimento parecia estar gostando.
Saímos do bar e eu num lapso de loucura pedi o telefone do Dan, ele claro me deu. E disse que iria esperar eu telefonar.
Minha vontade era de agarrá-lo ali mesmo e beijá-lo, mas deveríamos dar tempo ao tempo. Fomos pra casa, chegando lá o Allan pergunto se eu estava bolado com a ficada dele e da Isa, eu na hora disse que não, ele era livre pra fazer o que ele quisesse da vida dele e eu nunca iria me meter. Ele disse que reparou meu pequeno interesse pelo Dan, retruquei e falei que ele estava louco. Fomos dormir.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A vida é uma caixinha de surpresas.

O dia amanheceu meio fechado, as nuvens cobriam o sol e esfriava as sombras no banco do pátio do colégio. Embora eu não costumava sentar se ali. Derrepente percebi uma sombra quente ao meu lado não olhei de imediato. Quando me virei me deparei com uma menina linda, loira, de olhos castanhos claros puxados pro verde, pele clara, meio pálida. Mas muito simpática de primeiro momento, pediu licença e sentou-se ao meu lado. Puxei assunto, meio sem saber o que falar, mas disparei. O dia hoje não esta pra peixe né? Ele respondeu meio com uma voz rouca – é realmente, os pescadores devem estar revoltados. Sorri e me apresentei, Per... Pers... Peter. Ela perguntou se eu sempre gaguejava assim antes de disser meu nome. Eu fechei as sobrancelhas, e expliquei a origem de meu nome. Quando me apresentei como Perseu, ela ficou meia que assustada, e indagou, Perseu? Seria em homenagem ao herói grego, filho de Zeus? – pois é isso mesmo, como a maioria dos heróis morreram, foram degolados, surrados ou amaldiçoados pelos deuses meus pais escolheram este, pois o próprio não sofrera muito em sua jornada, e sempre foi bem sucedido em suas batalhas. Talvez por que eles querem que eu seja tão bem sucedido como tal. Respondi. Ela sorriu meio trincando os dentes e falou – seus pais devem ser muitos loucos por mitologia grega né? Como os meus. Então meu nome é Isadora, minha mãe queria por “Juno”, meu pai “Atenas”, mas na sorte recebi Isadora em homenagem a deusa Isis. Puxa! Seus pais devem ser loucos por mitologia grega. Sorrimos juntos. – não só meu pai minha mãe prefere mitologia romana. Ela respondeu - É da pra perceber pelo nome Juno. Acrescentei. Dali pra frente pude perceber, que tivera feito uma amizade com uma menina, logo eu que nunca havia tido um amigo de verdade durante 15 anos. Fui caminhando pra casa junto a Allan e Isadora, que ficou encantada com a beleza de Allan.
Também não era pra menos ele realmente é lindo, parece um descendente de “Narciso” de tão belo. Nos despedimos e cada um seguiu seu caminho, eu junto a Allan pra casa e ela só em rumo ao teu recanto. Quando cheguei em casa encontrei Renato na sala, e minha tia na cozinha, os gêmeos estava se aprontando pra ir pro colégio. Allan entrou para o banheiro e lá, ficou uns quarenta minutos. Ao sair sentamos à mesa e almoçamos. O dia passou normal, mas nada de anormal aconteceu. Ao anoitecer eu e o Cris tivemos nossa transa de sempre. E os dias foram passando eu e Isadora, tivemos uma afinidade enorme, ela sempre estava aqui em casa e eu na casa dela. Ate que um dia ela resolveu falar do seu aniversario de 16 anos. Ela me pediu uma idéia de como poderia ser sua festa, e que ela queria que o Allan fosse. Ela me falou que os pais dela tinham uma fazenda no interior do RJ, e que estava sempre vazia. Então era só esperar um dia de sol pra irmos pra lá. Combinamos tudo e no dia marcado partiríamos pra fazenda. Passou uma semana e chegou à sexta-feira mais esperada, entre eu, ela e Allan, ainda estavam mais seis garotos e nove meninas. Chegamos na fazenda e o sol era de rachar, eu como é bem provável ficaria no quarto junto a Allan. Até porque queria saber se ele iria fazer alguma loucura neste fim de semana. E também eu estava meio frio com ele, quem sabe essa temporada podia fazer nós dois, nos aproximar mais. Entramos no quarto. E logo fomos no preparando para tomar banho de piscina. O Allan colocou a sunga, mas a corda estava pra dentro, ele disse. - pow, Peter! caramba tem alguma sunga extra aê pra me empresta? Porque a minha está meio frouxa. Eu falei - para com isso nada haver nem da pra perceber. – ata e se eu pular na piscina e a sunga cair geral vai me zoar. Ele respondeu. Tá bom, outra eu não tenho, mas dá pra ajeitar, perai!
Peguei uma tampa de caneta e tentei puxar o cordãozinho, mas minha mão estava esbarrando em seu pênis que ficava ereto, ele pediu pra eu parar de passar a mão. Mas não dava, mesmo que eu quisesse. A cabeça de seu pau já estava explodindo pra fora quando eu coloquei a cordinha no lugar certo. Daí ele me perguntou e agora como eu fico? Fechei a porta e falei deixa comigo por que isso eu sei como resolver também. Comecei a chupá-lo, e ele pressionava minha cabeça contra sua tola, e falava carmba primo, pensei que nunca, mas fossemos fazer isso. Você nem sabe o quanto eu estava louco pra te pegar de novo. Chupei, chupei, até que ele disse para, para, vou gozar. Ele gozou na minha boca me deixando todo molhado. Até que Isadora bateu na porta. – hei vcs não vão não? Já estão todos lá! Nos ajeitamos e descemos.Enquanto a galera se banhava na piscina, não pude deixar de reparar em um homem, Que passava de um lado para o outro, meio mal encarado. Perguntei a Isa o que ele era? – tipo caseiro sabe? – uhum sei...! Respondi. Mas o cara era muito desconfiado, mas tinha um jeito especial, chamarisco. Seu nome era Roberto, mas Isa o chamava de Beto, ele era alto deveria ter uns 1,92cm, moreno, forte, peitos cabeludo, braços torneados, pernas grosas, cabelos compridos e cacheados, presos num rabo de cavalo. Tinha um odor que exalava de sua pele, o que, mas me chamara a atenção.
O dia na fazenda foi meio cansativo, as 21hs todos já estavam deitados ou dormindo. Eu fui te o quarto de Isa que já se preparava pra dormi, a chamei pra dar uma volta, mas ela negou. Fui só andei um pouco e avistei uma casa pequena no centro da fazenda logo depois do estábulo. Tinha uma luz acessa minha curiosidade era tão grande que não resisti e fui até lá. Cheguei bem devagar e pude perceber a janela aberta, me abaixei e pude ver, o caseiro com um macacão tipo de mecânico, abaixado até o joelho. Em sua mão direita uma revista de mulheres pelada de segunda. E uma rola do tamanho do mundo na mão esquerda. Ele se masturbava como um cavalo, sua rola era enorme e seus músculos faziam um movimento hesitante. Nessas horas o pior sempre acontece, mas para o meu lado não fora o pior e sim o melhor. Uma vontade enorme de torcir me veio meio que derrepente, não consegui segurar até que pronto. Veio um cof-cof-cof sem tamanho, o que chamou atenção do Beto. Ele olhou para a janela ainda com as mãos ocupadas, e perguntou o que eu estava fazendo ali. Sem ter como me explicar, falei que tinha visto ele e queria saber onde ele morava e tal...Ele disse entra ai que você vai terminar o que eu comecei sozinho. Gaguejei e tentei distorcer, mas a vontade era maior. Como dizia Oscar Wilde “A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos a ela”. Entrei e pronto me ajoelhei diante daquele homem que parecia não ver uma mulher, um gay, ou qualquer outro tipo de ser humano a anos. Chupei seu pau, que deveria ter uns 25cm de largura e uns 14cm de grossura, mas neste mesmo momento, Allan sentiu minha falta e foi me procurar. Não me encontrando na casa, foi andando até que também avistou a tal curiosa casinha e foi até lá. Chegou e ficou na janela olhando eu chupar o caseiro, seu tesão era tão forte, que ele também pos seu pau pra fora e começou a se masturbar, diante da cena. Por um instante ele esquecera onde estava e gemeu muito alto desconcentrando o caseiro.
Que ao olhar pra fora disse nossa, mas um franguinho é. Esse é o que galo ou galinha? Allan entrou na casa e pronto mais uma vez rolou o “ménage a trois”. Eu chupava o Beto e chupava também o Allan, era um sonho. Até que Allan disse pra Beto me enrrabar, Beto falou que não ainda não era hora, e se Allan quisesse ele dava as honras da casa pra ele. Allan me pos de quatro e penetrou sua rola no meu cu que já estava piscando doido pra ser enrrabado. E eu não me aguentava de tesão em quanto chupava a rola enorme do Beto. Enquanto Allan, me enrrabava me puxando pra encaixar seu pau no meu cu. Beto me puxava pelos cabelos e fodia minha boca. Era tão forte que eu nem conseguia respirar. Até que Allan se cansou um pouco e Beto disse agora deixa eu mostrar como é que aqui na fazenda a gente come uma cabrinha bonitinha assim. E pronto ele veio com seu caeté de 25cm sem mesmo pedir licença, foi empurrando, era tão grande que ele penetrou e mesmo assim continuou segurando. E empurrando com a mão. Allan parecia meio que arrependido, pois meus olhos estavam lagrimejando de dor. Mas já que eu estava ali fui até o fim. Beto mandou Allan se masturbar ele ficou batendo uma até sentir vontade de gozar quando Beto disse pronto vou dar o leite pro bezerro, vai moleque coloca teu pau na boca dele também. E os dois gozaram na minha boca, Um gozo quente e delirante. Fui meio que dolorido pro quarto e nem tive disposição pra curtir o dia seguinte na fazenda. No domingo pela manhã partimos pra casa...