Então logo que eu transei com o Allan, Cris ficou sabendo, e veio tomar satisfações. Perguntou porque eu tinha traído ele e logo com o irmão? Eu retruquei e respondi, lindo alto lá, primeiro: eu não tenho nada serio com você, segundo: desde o começo eu fui bem claro, nada de envolvimentos fortes (tá eu já me sentia marido dele, mas ele não sabia disso), e terceiro: acho que teu irmão já é bem grandinho pra saber o que quer ou não! Né? Ele saiu com raiva chutando tudo. Fiquei meio assim, mas deixei passar. À noite eu fui até o quarto dele, estava ele e o Renato conversando cheguei a tempo de ouvir, o Renato falar: cara fala com ele... Ao entrar eles desconversaram e o Renato se retirou. Sentei ao lado do Cris e falei, falei tudo que eu queria. Disse que tinha mesmo transado com o Allan não uma, mas sim duas vezes, e que realmente ele era insubstituível, mas não se comparava a ele. Logo ele sorriu e perguntou? Se o Natinho te der mole você pega? Eu respondi que sim, claro alias ele é muito gato e eu não iria deixar escapar essa oportunidade. Ele se assustou e disse meio que gritando: oportunidade? Que oportunidade é essa? De transar com todos os meus irmãos? Sorri e disse não bobinho, mas se rolar, claro que fico. O Renato entrou novamente no quarto, eu continuei e me deitei ao lado do Cris, me sentia o verdadeiro namorado dele. Adormeci ali mesmo, meus tios são incríveis nunca perceberam nada ou... Deixava passar despercebido.
Foi ai que o inesperado aconteceu. Meu tio trabalha com publicidade, e logo uma agencia do sul havia o convidado para participar de um congresso do tipo lá na ilha do mel Paraná. Incrível a oportunidade deu sair dali, e ver meus pais claro que eu não desejava isso. Mas as vezes você se sente meio que sozinho, e eu precisava ver meus pais. Meu tio mandou eu fazer minha mala pra passar uns três dias com meus pais, o Allan foi junto, como mula, claro. Isso foi o estopim da coisa, o Cris resolveu ir também. Mas meu tio não concordou, porque depois os gêmeos iriam querer ir e minha tia também, daí era melhor ir só nós três. Adentramos carro afora, e seguimos rumo ao sul do Brasil. Seriam dezessete horas de viajem, e lombo ra burro. Ao chegarmos na altura de Resende, fizemos uma parada, pra lanchar e descansar, um pouco. Eu estava muito apertado e fui ao banheiro. Era por volta das uma hora da madrugada. A parada estava bem tranqüila, e só tinha um ônibus de um grupo de jogadores de basquete que estava indo rumo a Bal. Comburiu. Tinha uns caras, meio que gigantes. Entrei no banheiro e só havia uns três caras. Foram saindo aos poucos quando só restou um. Ele era alto, muito alto, loiro e usava uma blusa do flamengo, um bermudão enorme e um fone desses de Dj’s no pescoço. Ficou no mictorio fazendo hora e eu ali junto pra saber o que ele queria. Disfarcei até que ele se virou pra mim e me mostrou seu pau, que gente era tão grande, mais tão grande que o apelidei até de pau de jegue. Corri imediatamente pra um desses lobys reservados de banheiro, e fiquei com a porta aberta. Ele entrou e me encontrou sentado na privada, coloquei aquela geba na minha boca, e o chupei até ele disser chega. Saímos dali rapidamente até por que meu tio e meu primo sentiriam minha falta, logo, logo. Voltei pra mesa onde eles me esperavam com a desculpa de que eu estava com dor de barriga. E que deveria ser por causa de algo que eu havia comido entes de sair de casa, talvez. A viagem foi longa e duradoura...
Ao entrarmos na cidade de Bal. Comburiu me deparei com o berço dos deuses, do Olimpo. Gente se tiver lugar no mundo melhor só mesmo em bali na Indonésia, alias é o único lugar que se compara a balneário. A praia estava repleta de surfistas, lindos, suados, sarados, e corretivamente esculpidos a olhares clínicos dos deuses. Um verdadeiro antro grego, de luxuria e prazer (sabendo que as orgias vieram de origem romana), mas nesta altura do campeonato eu não estava com cabeça pra saber quem inventou a orgia. Se foram os gregos ou os romanos. Sendo assim parti pra casa dos meus pais, entramos fizemos uma media, matei a saudade e pronto corri pra parai, pra me deleitar na visão do olimpo. Era tanto homem lindo que dava pra fazer uma ilha de Alexandre (relacionada ao inesquecível Alexandre o grande que também como nós adorava uma espada). O Allan foi comigo ele também é um surfista nato. E sendo assim ficamos juntos ali ele paquerando as meninas e eu marcando em cima dos meninos. Voltamos pra casa e fui dormir um pouco estava cansado da viagem. Ao acordar nos reunimos à mesa para jantarmos, conversamos um pouco e colocamos algum papo em dia. Minha mãe sempre me olhando com aquele olhar, de sempre, tipo meu filho não é, mas o mesmo, deve esta aprontando no RJ e muito. Enquanto meu pai perguntava coisas bobas como e as meninas, olha heim! Se engravidar alguma não conte comigo, e dava uma risada meio que sem graça. Mesmo sabendo minha vocação para o homossexualismo. Meu tio exclamou que eu e Allan éramos como carne e unha, saímos sempre juntos e até dormíamos na mesma cama às vezes, minha mãe ficou espantada e perguntou, na mesma cama, como assim? O silencio reinou sobre a mesa, derrepente eu e Allan nos encantamos pela toalha que cobria a mesa de jantar. Terminamos e fomos para o quarto.
Eu dormi em quarto separado ordens da minha mãe, nem dava pra fugir no meio da noite, pois a própria parecia um general de colégio militar, e olha que eu conheço bem esses colégios já fora sido expulso de três. No dia seguinte a campanhia tocou e eu fui atender, me deparei com um moreno alto, cabelos castanhos escuros, caídos na testa, deveria ter uns 1,90cm de altura, olhos acinzentados, e o rosto meio que com uma expressão forte. Meu pai olhou na porta e o mandou entrar. Entra Dionísio, eu fiquei pasmo quando ele exclamou esse nome, me veio como um raio à imagem de um menino franssino que morava numa fazenda ao sul de minas, e sempre brincava comigo nas férias de julho quando eu ia passar uma temporada por lá. Não me contive e perguntei és você filho de Antonio. Ele sorriu e respondeu sou eu sim – e vc quem é? Respondi com um sorriso meio que encantado. Sou eu Perseu, mas todos me chamam de Peter combinação que eu particularmente odeio. Ele espantado me disse que eu estava muito mudado, eu curiosamente lhe respondi a mesma coisa. Agora eu estava em pleno transe, com aquela imagem maravilhosa, e louco pra me deleitar nas mãos de Dionísio o deus do vinho. Percebi de cara a mudança de Allan, mas nós não tínhamos nada, era só curtição, e ele sempre saia com algumas meninas. Nunca me contou, mas eu sempre soube. Meu pai deu a ordem pra Dionísio dormir no meu quarto, minha mãe é claro retrucou, brigou, pediu e implorou pra ele ficar no quarto com Allan. Escorço em vão, ele ficou no meu quarto, Allan também não curtiu muito a idéia. Percebi no decorrer da noite umas sombras que visitara meu quarto meio que repetidamente. Eu estava com um homem lindo ao lado da minha cama, ele dormiu de short e sem camisa seu tórax era bem definido e seu abdome liso como de um anjo. Ele dormia um sono leve e justo, com um jeito angelical como de um ser esculpido em Carrara. Não e contive e alisei seu abdome, percebi que ele respirava fundo parecia estar num sono pesado, coloquei minha boca e fui beijando aos poucos, seu pênis crescia numa velocidade indescritível. Passei a língua no seu pau enquanto eu batia uma punheta fodida. Seu corpo estava quente e sua respiração ofegante, gozei e quando voltei par cama ele virou para o lado. Meu coração estava, mas acelerado do que uma bateria de escola de samba. Voltei pra minha cama e em silencio continuei. O dia amanheceu rapidamente, e Dionísio foi junto com meu pai fazer um trabalho. Não me interessei em saber o que eles foram fazer, fui até a praia e encontrei o Allan. Incrível é que quando você olha pra um cara ele se acha gostoso demais pra ser paquerado por outro homem, e quando realmente rola alguma coisa ele faz de tudo pra você saber que não é o único que ele vai pegar. Logo que ele me avistou ele abraçou uma menina tentando me fazer algum tipo de ciúme, ou coisa parecida. Pra disser a verdade eu nem me comovi, me senti um pouco usado, mas eu já estava sendo usado pelos dois irmãos. E na verdade eu queria mesmo era me deleitar nos braços do “deus do vinho”, aquela beleza grega. A tarde caiu e logo a noite chegou, e eu só tinha mais uma noite e um dia neste paraíso, no domingo pela tarde eu estava de partida pra o RJ. Fomos dar uma volta na praia à noite, eu e o Dionísio conversamos muito e jogamos muitas conversas foras, contei vario casos com mulheres fictícias para ele. Até que voltamos pra casa, o Allan se mordia de raiva.
Mais meu foco era outro, queria provar o leite mineiro, alias o vinho do deus. Fomos dormir, como de costume as sombras ainda iam me visitar no decorrer da noite. Apaguei a luz e pronto senti o cheiro de homem que exalava do calor de seu corpo, Dionísio parecia uma obra divina da criação, feita pelas mãos do deus mais poderoso do olimpo, não era a toa que seus pais lhe deram esse nome. Quando me virei par vê-lo dormindo ele derrepente abriu os olhos e perguntou. Persy (outra combinação que eu detesto, mas meus parentes em Minas adoram chamar-me), respondi sim, fala. Ele gaguejou, mas enfim finalizou. Você é boiola? Eu fiquei sem saber o que disser na hora, mas respirei fundo e perguntei por que ele estava me fazendo aquela pergunta. Ele disse que viu o que eu tinha feito na noite anterior, e que havia gostado. Ele ficou até meio excitado, mas quando eu saí ele murchou. Perguntei se ele queria me dar ou me comer. Porque a tal curiosidade era enorme. Ele respondeu meio que com raiva, ta louco rapá! Eu sou cabra macho, gosto é de comer cu. Eu então rapidamente me deitei sobre seu corpo, e tirei seu short meio que surrado e com uma cor avermelhada de barro da fazenda. Seu pênis já estava ereto o chupei deliciosamente. Ele empurrava minha cabeça contra seu pau, e eu o chupava como se eu nunca tivesse visto um pênis antes. Eu passava as mãos pelo seu corpo, enlouquecidamente. Ele me colocou sobre a cama numa posição de cachorrinho, e penetrou seu pau no meu cu, eu delirei em um êxtase libidinoso. Seu tórax alisava minhas costas me deixando pasmo. Sentei sobre seu pau e falava bem baixinho no seu ouvido, e num tom de sacanagem fode meu cu todinho, mas mete pra machucar. Ele foi bombeando meu cu numa pressão furiosa, na qual não tem como explicar. Colocou-me de quatro, de frente, de costas, mas o auge da foda foi quando ele me deitou na posição de frango assado, e disse bem baixinho no meu ouvido, agora quero ver você gemendo e olhando nos meus olhos. Enquanto ele metia falava palavras do tipo, vem minha cabrinha, deixa eu meter rolinha no teu rabinho, bichinha, deixa!? Coloquei-me de joelhos em frente ao seu pau, quando veio um gozo doce e quente. E logo o leite do mineiro me deixou embasbacado, ficamos nos olhando durante uns dez minutos. Ele disse que tinha uma certa fantasia, de me comer, mas ao tinha certeza de que eu era gay de verdade. Deitei ao seu lado, e juntos dormimos. Acordei no dia seguinte as onze da manhã, era dia de domingo almoçamos e partimos logo pela tarde rumo ao RJ. Dionísio continuou em Balneário, e o Allan não rolou nada com ele na viajem.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
No Paraíso da familía Chubb
Os dias foram passando e eu como sempre louco pra ficar com meu primo novamente, só não sabia como chegar nele. E de alguma forma parecia que as pessoas da casa já sabiam do que havia rolado. Passaram uns Oito dias até que rolou de novo. Desta vez tinha gente em casa, meus tios e os gêmeos. Eu fui tomar banho e o Cris, esta na cozinha fazendo um lanche, mas sua vontade mesmo era de comer outra coisa. Passei pela cozinha pra pegar minha toalha na área de serviço quando ele falou com uma cara de safado, oba, hoje tem show! Fui para o banheiro e como de costume deixei a porta aberta, sou caustrofóbico, e uma vez quase morri preso dentro do banheiro, mas não vem ao caso. Quando liguei a ducha, Cris entra pela porta adentro e fala pra eu ficar quieto. Pois ninguém havia visto. Calei-me e deixei rolar, ele fechou a porta e tirou a roupa adentrando no boxe junto a mim. Fiquei de joelhos diante da sua rola dura e viril, comecei a chupá-lo, deliciosamente, imaginado que ele era o único homem da face da terra. Ele se derretia de tesão e me deixava relaxado, junto à água quente que descia da ducha. O Cris me segurou como de costume pelos cabelos e me levou ate sua boca me beijou e disse que sempre quis ter uma bonequinha inflável, só pra ele. Mas não imaginava que eu seria a tal bonequinha Dele.
Colocou-me, em pé e meteu sua vara no meu cu, eu estava em pleno êxtase. Gemia e sussurrava, bem baixinho no ouvido dele. Mete essa vara em mim, mete! A transa foi meio que rápido até pq não sabíamos como sair do banheiro. Mas depois de uma bela gozada de ambas as partes. Conseguimos sair, sem que ninguém percebesse.
O Cristiano sempre dava um jeito de me evitar e eu também não gostava de dar bandeira, que eu estava gostando da brincadeira. E até tinha medo de me apaixonar por ele. Foi ai que aconteceu o inesperado mais esperado dos tempos. O Renato me chamou num canto e me contou que viu tudo o que havia rolado entre eu e o Cris numa noite. Eu tentei fugir do assunto, disfarcei, contornei, mas não deu, tive que pedir quase que de joelhos pra ele não contar para meus tios. Ele perguntou se tinha sido a primeira vez, e se depois daquela havia acontecido outras, eu confirmei que sim, aquela tinha sido a primeira e que realmente haviam rolado outras. Ele ficou quieto, mas sei lá parecia ter um ar de cinismo no jeito dele. Pois os dias como sempre foram passando. E o que eu nunca imaginava era que o meu primo mais gato o Allan, fosse investir, logo em mim. Nós fomos para uma festa e chegando lá rolou uma fica tripla entre eu ele e uma menina que nem lembro o nome. E também não faz diferença. Rolou a ficada tripla onde no meu mundo eu conheço como “ménage a trois”, ficamos nos beijando e depois partimos pra um sobrado meio que deserto no casarão onde rolava a festa. Eu fiquei loco quando o Allan me beijou, quase não o deixava beijá-la, Mas tinha que retribuir de alguma forma. Ele começou a me alisar enquanto a menina me chupava eu o beijava loucamente. Até que ela ficou em pé e pediu pra mim comê-la, eu fiquei meio sem graça, mas não ia deixar meu primo fazer o serviço né, alias ele teria que meter era em mim. Coloquei meu pau na xota dela e o Allan meteu no meu cu, juntos num vai e vem maravilhoso. Eu deixava a menina delirando de tesão, e gemia com a rola grossa do meu priminho do meio dentro de mim. Até que colocamos um fim na transa ambos fazendo sua parte, o Allan meteu uma vez nela e só ficamos nisso. Fomos pra casa e não tocamos no assunto. Mas um certo dia no colégio ele despertou uma curiosidade, na hora do intervalo ele me perguntou se eu tinha realmente gostado da ficada Tripla. Eu falei que sim, mas ai ele se espantou e perguntou se eu era gay, eu disse que talvez sim talvez não. Então falei pra ele que a gente podia tirar essa duvida, chegássemos em casa. Ele riu e falou cara vc é louco. Fomos pra casa e eu não vai a hora de trepar com ele de novo, mas agora seria uma bela foda. Chegamos e almoçamos, ficamos dando um tempo até alguém sair e podermos ficar bem avontis. Foi ai que eu tive a idéia de ir dormir. Entrei no quarto e uns 5 minutos depois Allan adentrou quarto adentro, ficamos sentados na cama nos olhando e não sei o que realmente passava na cabeça dele, mas na minha era uma explosão de prazeres. Ele tirou a blusa de vagar e logo foi me acariciando, confesso que não curti muito não, sou acostumado com pegada gosto de homens que tem jeito de macho. Mas fui levando. Eu abri o short dele e coloquei seu pênis na minha boca, gente é incrível, ele tem 22cm gravados de pau, e uma grossura espantadora. Quase não conseguia por na minha boca de tão grande que é seu pau. Chupei aquela rola toda, com todo meu tesão, parecia que eu estava no paraíso. O incrível é que os dois irmãos faziam juz o sobrenome, “Chubb”. Não me agüentei de vontade e sentei no seu pau, que parecia um bastão de malabarista. Não entrava de jeito nenhum, foi o pau mais grosso que eu já havia sentado até então. Molhamos um pouco com creme hidratante, e entrou ao poucos, meus olhos lagrimejavam de tanta dor. Ele empurrava e me beijava no rosto mesmo assim eu gemia com o cu dolorido, sonhando para aquilo terminar logo. Mas derrepente me veio uma vontade enorme de continuar, foi ai que eu falei mete porra mete, mais agora pra machucar! Ele sentado e eu por cima dele e ele cutucava meu cu numa pressão indescritível. Até que então por fim eu me sentei e ele em pé colocou seu pau na minha boca e me molhou com sua porra todinha. Era tanto liquido que parecia que ele nunca havia gozado antes. Minha boca ficou tão cheia de porra que nem deu pra engoli tudo de uma vez. Sentamos um do lado do outro e rimos, mas rimos muito, não sei do que, mas somente rimos. Saí do quarto, sem deixar nenhuma pista e fui tomar banho, meu cu ainda doía, pois o pau dele realmente é enorme.
Eu estava meio que confuso e feliz pois eu tinha dois homens dentro de casa que me satisfaziam sempre que eu quisesse. O Cris ainda não sabia do Allan assim como o Allan nem sonhava que eu também trepava com o Cris. Já o Renato sabia do Cris, mas desconfiava do Allan, e eu acho que ele também estava querendo entrar na brincadeira.
E eu sonhava em ter não só o Renato como desejava me deitar com o Iann e o Zion, assim poderia disser que eu sim transei com meus cinco primos.
Colocou-me, em pé e meteu sua vara no meu cu, eu estava em pleno êxtase. Gemia e sussurrava, bem baixinho no ouvido dele. Mete essa vara em mim, mete! A transa foi meio que rápido até pq não sabíamos como sair do banheiro. Mas depois de uma bela gozada de ambas as partes. Conseguimos sair, sem que ninguém percebesse.
O Cristiano sempre dava um jeito de me evitar e eu também não gostava de dar bandeira, que eu estava gostando da brincadeira. E até tinha medo de me apaixonar por ele. Foi ai que aconteceu o inesperado mais esperado dos tempos. O Renato me chamou num canto e me contou que viu tudo o que havia rolado entre eu e o Cris numa noite. Eu tentei fugir do assunto, disfarcei, contornei, mas não deu, tive que pedir quase que de joelhos pra ele não contar para meus tios. Ele perguntou se tinha sido a primeira vez, e se depois daquela havia acontecido outras, eu confirmei que sim, aquela tinha sido a primeira e que realmente haviam rolado outras. Ele ficou quieto, mas sei lá parecia ter um ar de cinismo no jeito dele. Pois os dias como sempre foram passando. E o que eu nunca imaginava era que o meu primo mais gato o Allan, fosse investir, logo em mim. Nós fomos para uma festa e chegando lá rolou uma fica tripla entre eu ele e uma menina que nem lembro o nome. E também não faz diferença. Rolou a ficada tripla onde no meu mundo eu conheço como “ménage a trois”, ficamos nos beijando e depois partimos pra um sobrado meio que deserto no casarão onde rolava a festa. Eu fiquei loco quando o Allan me beijou, quase não o deixava beijá-la, Mas tinha que retribuir de alguma forma. Ele começou a me alisar enquanto a menina me chupava eu o beijava loucamente. Até que ela ficou em pé e pediu pra mim comê-la, eu fiquei meio sem graça, mas não ia deixar meu primo fazer o serviço né, alias ele teria que meter era em mim. Coloquei meu pau na xota dela e o Allan meteu no meu cu, juntos num vai e vem maravilhoso. Eu deixava a menina delirando de tesão, e gemia com a rola grossa do meu priminho do meio dentro de mim. Até que colocamos um fim na transa ambos fazendo sua parte, o Allan meteu uma vez nela e só ficamos nisso. Fomos pra casa e não tocamos no assunto. Mas um certo dia no colégio ele despertou uma curiosidade, na hora do intervalo ele me perguntou se eu tinha realmente gostado da ficada Tripla. Eu falei que sim, mas ai ele se espantou e perguntou se eu era gay, eu disse que talvez sim talvez não. Então falei pra ele que a gente podia tirar essa duvida, chegássemos em casa. Ele riu e falou cara vc é louco. Fomos pra casa e eu não vai a hora de trepar com ele de novo, mas agora seria uma bela foda. Chegamos e almoçamos, ficamos dando um tempo até alguém sair e podermos ficar bem avontis. Foi ai que eu tive a idéia de ir dormir. Entrei no quarto e uns 5 minutos depois Allan adentrou quarto adentro, ficamos sentados na cama nos olhando e não sei o que realmente passava na cabeça dele, mas na minha era uma explosão de prazeres. Ele tirou a blusa de vagar e logo foi me acariciando, confesso que não curti muito não, sou acostumado com pegada gosto de homens que tem jeito de macho. Mas fui levando. Eu abri o short dele e coloquei seu pênis na minha boca, gente é incrível, ele tem 22cm gravados de pau, e uma grossura espantadora. Quase não conseguia por na minha boca de tão grande que é seu pau. Chupei aquela rola toda, com todo meu tesão, parecia que eu estava no paraíso. O incrível é que os dois irmãos faziam juz o sobrenome, “Chubb”. Não me agüentei de vontade e sentei no seu pau, que parecia um bastão de malabarista. Não entrava de jeito nenhum, foi o pau mais grosso que eu já havia sentado até então. Molhamos um pouco com creme hidratante, e entrou ao poucos, meus olhos lagrimejavam de tanta dor. Ele empurrava e me beijava no rosto mesmo assim eu gemia com o cu dolorido, sonhando para aquilo terminar logo. Mas derrepente me veio uma vontade enorme de continuar, foi ai que eu falei mete porra mete, mais agora pra machucar! Ele sentado e eu por cima dele e ele cutucava meu cu numa pressão indescritível. Até que então por fim eu me sentei e ele em pé colocou seu pau na minha boca e me molhou com sua porra todinha. Era tanto liquido que parecia que ele nunca havia gozado antes. Minha boca ficou tão cheia de porra que nem deu pra engoli tudo de uma vez. Sentamos um do lado do outro e rimos, mas rimos muito, não sei do que, mas somente rimos. Saí do quarto, sem deixar nenhuma pista e fui tomar banho, meu cu ainda doía, pois o pau dele realmente é enorme.
Eu estava meio que confuso e feliz pois eu tinha dois homens dentro de casa que me satisfaziam sempre que eu quisesse. O Cris ainda não sabia do Allan assim como o Allan nem sonhava que eu também trepava com o Cris. Já o Renato sabia do Cris, mas desconfiava do Allan, e eu acho que ele também estava querendo entrar na brincadeira.
E eu sonhava em ter não só o Renato como desejava me deitar com o Iann e o Zion, assim poderia disser que eu sim transei com meus cinco primos.
domingo, 24 de maio de 2009
Sobre a Luz do Luar
Meus pais tiveram que sair do RJ e foram morar no sul do Brasil, eu fui, mas não me adaptei ao clima frio lá de baixo. Meus pais conversaram com meus tios e eles decidiram que eu poderia vim morar aqui no Rio com eles. Fiz minhas malas e pronto embarquei pro RJ na mesma noite... Fui recebido na casa dos meus tios muito bem, eles foram atenciosos e muito hospitaleiros me trataram como um filho, além dos cinco que eles tem. Pois bem na casa mora eu 17, meu tio Carlão 56, minha tia Márcia 50, meus primos, Cristiano 25, Renato 22, Allan 19, Zion e Yann gêmeos de 16 anos. Então somos uma família feliz e alegre. Moramos nas laranjeiras um bairro bastante conhecido aqui do RJ, somos bastante unidos em tudo. Estava morando com eles já fazia uns 5 messes e sempre tive a imprensão de ser observado no banho, ou até mesmo quando estava dormindo. Até que uma duvida veio na minha cabeça, será que eu realmente era observado por alguém? Foi ai que percebi um certo dia alguém me olhando no boxe do banheiro, quando eu olhei a pessoa havia saído.
Passaram uns dias e eu já havia esquecido o que tinha rolado, foi ai que aconteceu o inesperado. Estava sozinho em casa quando o meu primo Cristiano chegou da faculdade, e foi tomar banho. Eu estava no PC como sempre e ele deitou no sofá somente de sunga. Eu disfarçava e ficava olhando ele toda hora, ele parecia saber o que se passava na minha cabeça, hora passava as mãos pelo seu peito definido e liso como de um deus grego, hora coçava as bolas do seu saco, e me fazia ficar com mais tesão ainda. Foi ai que ele se virou pra mim e... Percebeu que eu o olhava de forma diferente. Ele me perguntou o que eu estava olhando eu rapidamente com uma voz meio que gaga, disse que não estava olhando nada. Mas ele sorriu e falou que sabia qual era a minha, e que carinhas como eu na faculdade dele tinha um monte. Eu puxei um assunto e perguntei carinhas como eu? Ele respondeu que sim, carinhas como eu que ficavam nos banheiros da faculdade esperando um cara pra fazer alguma coisa e dali ir pra algum lugar. Eu fiquei meio que curioso e perguntei a ele se ele tinha feito alguma coisa com algum carinha como eu. Ele sorriu e falou que não, mas... Não me senti convencido do que ele me disse. Foi ai que eu disse que na casa deveria ter alguma coisa estranha. Ele perguntou tipo o que? Eu falei que tinha alguma coisa que ficava me olhando sei lá tipo fantasma, ele me olhou com um jeito safado e respondeu sem nenhuma cerimônia, que era ele que ficava me olhando tomar banho. E já tinha feito isso varias vezes. Fiquei meio sem graça, mas gostei de saber daquilo, logo pensei existe alguém aqui que me observa. Meus outros primos foram chegando e a conversa tomou outro rumo.
Fiquei com aquilo na cabeça, o lance dos banheiros, e principalmente o olhar dele pelo basculante do banheiro.
Passando alguns dias o Cristiano estava numa balada, eu fui a te a cozinha pegar um copo d’água, quando ele chegou meio que altinho. Era uma noite linda de lua cheia, ele estava maravilhosamente lindo. Com uma calça jeans tipo skiny, com uma camiseta vermelha nas mãos, e seu corpo suado e cheiroso. Mas não era um cheiro de perfume não, era cheiro de homem, sabe? Daqueles que marcam, foi ai que ele ficou meio alegrinho me agarrou disse que eu não iria escapar das mãos dele mesmo, e que naquela noite ele iria me fazer feliz. Eu tremia de medo que alguém entrasse na cozinha e nos pegasse ali, abraçados e quase se beijando. Ele disse pra mim beijá-lo, e se eu não o beijasse ele iria gritar ate acordar a casa inteirinha. Eu sussurrei garoto para com isso, ta maluco, ele disse me beija então! Ele me levou pro quarto dele e do Renato que dormia como uma pedra. Eu falei que ali não rolaria nada, ele disse aqui não tem problema o Natinho tem sono de leão, não corda nem que a casa caia. Não resisti e cai de boca nos seus lábios, o beijei e fiquei ali beijando ele por algum tempo, até que ele pegou minha mão e passou sobre seu pau. Que estava duro como uma rocha. Fui abrindo a calça dele e ele deitou na cama, sem mais demora cai de boca no seu membro mais precioso. Fui chupando como ninguém já mais havia feito com ele. Ele gemia alto e me desconcentrava por que não estávamos só no quarto havia uma terceira pessoa. O que me dava mais tesão ainda, imaginava que a qualquer hora o Renato poderia se levantar, e sei lá o que ele faria. Quando eu pensava em afastar minha cabeça ele me puxava pelo cabelo e pressionava minha cabeça no seu pau. Sem medo continuei a chupá-lo. Foi quando ele me colocou no colo e me beijou, enquanto ele me beijava ele dedava meu cu, molhava os dedos na boca e enfiava no meu cu, me deixando louco de tesão. Colocou-me de quatro e foi linguando meu cu, e pressionando a língua no meu buraco deliciando-se com um vai e vem frenético, que fazia eu sentir até vontade de gozar. Ele derrepente começou a pressionar seu pau no meu cu, eu pedi pra ele ir devagar, mas foi uma tentativa em vão. Ele foi empurrando com uma força sem saber se eu estava sentindo dor ou não. Começou a meter e me deixando totalmente dolorido e satisfeito, pois era inacreditável que, eu que estava louco pra transar com alguém tinha encontrado um cara que poderia me satisfazer todas as noites, ali mesmo dentro de casa. Ele me colocou por cima dele e mandou eu sentar e rebolar como se fosse uma dançarina de funk, eu como ótimo primo que sou o obedeci e fiquei rebolando no pau dele até ele se cansar e mudar de posição. Foi ai que nós mudamos, ele me, pois de lado e levantou minha perna, com o reflexo da Lua, ficamos em frente a um espelho que tinha perto do guarda roupa do quarto no qual dava pra nos ver. Ele falava olha como seu cuzinho é guloso, ta engolindo minha rola todinha, vai come minha pica, priminho. Ficamos ali nesta posição um bom tempo, até que ele me colocou em pé e começou a chupar meus pés. Não entendi bem porque, mas deixei levar. Ficamos em pé um bom tempo, e nesta posição ele me enrrabou loucamente. Sempre sussurrando no meu ouvido que eu era a fantasia sexual dele, e, ele não via a hora de me colocar pra chorar em cima da rola dele. Foi ai que derrepente o Renato se levantou olhou pra nós dois ali, em pé na cama nus em pelo e se agarrando como dois animais sedentos de sexo. Confesso que foi o momento mais assustador e excitante da noite. Renato olhou riu e deitou novamente, não entendemos nada. Apenas, me ajoelhei diante do pênis delicioso do meu primo querido e me esbaldei no seu gozo que de tão enteso foi quente e delirante. Sai dali rapidamente e fui para o quarto, onde dormia Allan. No dia seguinte ficamos nos olhando por um bom tempo, mas não tocamos no assunto. Até chegar a noite novamente. Sempre me pego com meu primo, e tenho outras historias pra contar aqui pra vocês, tenho certeza que vocês vão adorar. Alias, parente realmente é serpente!
Passaram uns dias e eu já havia esquecido o que tinha rolado, foi ai que aconteceu o inesperado. Estava sozinho em casa quando o meu primo Cristiano chegou da faculdade, e foi tomar banho. Eu estava no PC como sempre e ele deitou no sofá somente de sunga. Eu disfarçava e ficava olhando ele toda hora, ele parecia saber o que se passava na minha cabeça, hora passava as mãos pelo seu peito definido e liso como de um deus grego, hora coçava as bolas do seu saco, e me fazia ficar com mais tesão ainda. Foi ai que ele se virou pra mim e... Percebeu que eu o olhava de forma diferente. Ele me perguntou o que eu estava olhando eu rapidamente com uma voz meio que gaga, disse que não estava olhando nada. Mas ele sorriu e falou que sabia qual era a minha, e que carinhas como eu na faculdade dele tinha um monte. Eu puxei um assunto e perguntei carinhas como eu? Ele respondeu que sim, carinhas como eu que ficavam nos banheiros da faculdade esperando um cara pra fazer alguma coisa e dali ir pra algum lugar. Eu fiquei meio que curioso e perguntei a ele se ele tinha feito alguma coisa com algum carinha como eu. Ele sorriu e falou que não, mas... Não me senti convencido do que ele me disse. Foi ai que eu disse que na casa deveria ter alguma coisa estranha. Ele perguntou tipo o que? Eu falei que tinha alguma coisa que ficava me olhando sei lá tipo fantasma, ele me olhou com um jeito safado e respondeu sem nenhuma cerimônia, que era ele que ficava me olhando tomar banho. E já tinha feito isso varias vezes. Fiquei meio sem graça, mas gostei de saber daquilo, logo pensei existe alguém aqui que me observa. Meus outros primos foram chegando e a conversa tomou outro rumo.
Fiquei com aquilo na cabeça, o lance dos banheiros, e principalmente o olhar dele pelo basculante do banheiro.
Passando alguns dias o Cristiano estava numa balada, eu fui a te a cozinha pegar um copo d’água, quando ele chegou meio que altinho. Era uma noite linda de lua cheia, ele estava maravilhosamente lindo. Com uma calça jeans tipo skiny, com uma camiseta vermelha nas mãos, e seu corpo suado e cheiroso. Mas não era um cheiro de perfume não, era cheiro de homem, sabe? Daqueles que marcam, foi ai que ele ficou meio alegrinho me agarrou disse que eu não iria escapar das mãos dele mesmo, e que naquela noite ele iria me fazer feliz. Eu tremia de medo que alguém entrasse na cozinha e nos pegasse ali, abraçados e quase se beijando. Ele disse pra mim beijá-lo, e se eu não o beijasse ele iria gritar ate acordar a casa inteirinha. Eu sussurrei garoto para com isso, ta maluco, ele disse me beija então! Ele me levou pro quarto dele e do Renato que dormia como uma pedra. Eu falei que ali não rolaria nada, ele disse aqui não tem problema o Natinho tem sono de leão, não corda nem que a casa caia. Não resisti e cai de boca nos seus lábios, o beijei e fiquei ali beijando ele por algum tempo, até que ele pegou minha mão e passou sobre seu pau. Que estava duro como uma rocha. Fui abrindo a calça dele e ele deitou na cama, sem mais demora cai de boca no seu membro mais precioso. Fui chupando como ninguém já mais havia feito com ele. Ele gemia alto e me desconcentrava por que não estávamos só no quarto havia uma terceira pessoa. O que me dava mais tesão ainda, imaginava que a qualquer hora o Renato poderia se levantar, e sei lá o que ele faria. Quando eu pensava em afastar minha cabeça ele me puxava pelo cabelo e pressionava minha cabeça no seu pau. Sem medo continuei a chupá-lo. Foi quando ele me colocou no colo e me beijou, enquanto ele me beijava ele dedava meu cu, molhava os dedos na boca e enfiava no meu cu, me deixando louco de tesão. Colocou-me de quatro e foi linguando meu cu, e pressionando a língua no meu buraco deliciando-se com um vai e vem frenético, que fazia eu sentir até vontade de gozar. Ele derrepente começou a pressionar seu pau no meu cu, eu pedi pra ele ir devagar, mas foi uma tentativa em vão. Ele foi empurrando com uma força sem saber se eu estava sentindo dor ou não. Começou a meter e me deixando totalmente dolorido e satisfeito, pois era inacreditável que, eu que estava louco pra transar com alguém tinha encontrado um cara que poderia me satisfazer todas as noites, ali mesmo dentro de casa. Ele me colocou por cima dele e mandou eu sentar e rebolar como se fosse uma dançarina de funk, eu como ótimo primo que sou o obedeci e fiquei rebolando no pau dele até ele se cansar e mudar de posição. Foi ai que nós mudamos, ele me, pois de lado e levantou minha perna, com o reflexo da Lua, ficamos em frente a um espelho que tinha perto do guarda roupa do quarto no qual dava pra nos ver. Ele falava olha como seu cuzinho é guloso, ta engolindo minha rola todinha, vai come minha pica, priminho. Ficamos ali nesta posição um bom tempo, até que ele me colocou em pé e começou a chupar meus pés. Não entendi bem porque, mas deixei levar. Ficamos em pé um bom tempo, e nesta posição ele me enrrabou loucamente. Sempre sussurrando no meu ouvido que eu era a fantasia sexual dele, e, ele não via a hora de me colocar pra chorar em cima da rola dele. Foi ai que derrepente o Renato se levantou olhou pra nós dois ali, em pé na cama nus em pelo e se agarrando como dois animais sedentos de sexo. Confesso que foi o momento mais assustador e excitante da noite. Renato olhou riu e deitou novamente, não entendemos nada. Apenas, me ajoelhei diante do pênis delicioso do meu primo querido e me esbaldei no seu gozo que de tão enteso foi quente e delirante. Sai dali rapidamente e fui para o quarto, onde dormia Allan. No dia seguinte ficamos nos olhando por um bom tempo, mas não tocamos no assunto. Até chegar a noite novamente. Sempre me pego com meu primo, e tenho outras historias pra contar aqui pra vocês, tenho certeza que vocês vão adorar. Alias, parente realmente é serpente!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Primos
Primos em ordem de nascimento! Reparem que as inicias deles formam uma palavra! Descubra qual é?
Allan

Zion & Yann
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