Os dias foram passando e eu como sempre louco pra ficar com meu primo novamente, só não sabia como chegar nele. E de alguma forma parecia que as pessoas da casa já sabiam do que havia rolado. Passaram uns Oito dias até que rolou de novo. Desta vez tinha gente em casa, meus tios e os gêmeos. Eu fui tomar banho e o Cris, esta na cozinha fazendo um lanche, mas sua vontade mesmo era de comer outra coisa. Passei pela cozinha pra pegar minha toalha na área de serviço quando ele falou com uma cara de safado, oba, hoje tem show! Fui para o banheiro e como de costume deixei a porta aberta, sou caustrofóbico, e uma vez quase morri preso dentro do banheiro, mas não vem ao caso. Quando liguei a ducha, Cris entra pela porta adentro e fala pra eu ficar quieto. Pois ninguém havia visto. Calei-me e deixei rolar, ele fechou a porta e tirou a roupa adentrando no boxe junto a mim. Fiquei de joelhos diante da sua rola dura e viril, comecei a chupá-lo, deliciosamente, imaginado que ele era o único homem da face da terra. Ele se derretia de tesão e me deixava relaxado, junto à água quente que descia da ducha. O Cris me segurou como de costume pelos cabelos e me levou ate sua boca me beijou e disse que sempre quis ter uma bonequinha inflável, só pra ele. Mas não imaginava que eu seria a tal bonequinha Dele.
Colocou-me, em pé e meteu sua vara no meu cu, eu estava em pleno êxtase. Gemia e sussurrava, bem baixinho no ouvido dele. Mete essa vara em mim, mete! A transa foi meio que rápido até pq não sabíamos como sair do banheiro. Mas depois de uma bela gozada de ambas as partes. Conseguimos sair, sem que ninguém percebesse.
O Cristiano sempre dava um jeito de me evitar e eu também não gostava de dar bandeira, que eu estava gostando da brincadeira. E até tinha medo de me apaixonar por ele. Foi ai que aconteceu o inesperado mais esperado dos tempos. O Renato me chamou num canto e me contou que viu tudo o que havia rolado entre eu e o Cris numa noite. Eu tentei fugir do assunto, disfarcei, contornei, mas não deu, tive que pedir quase que de joelhos pra ele não contar para meus tios. Ele perguntou se tinha sido a primeira vez, e se depois daquela havia acontecido outras, eu confirmei que sim, aquela tinha sido a primeira e que realmente haviam rolado outras. Ele ficou quieto, mas sei lá parecia ter um ar de cinismo no jeito dele. Pois os dias como sempre foram passando. E o que eu nunca imaginava era que o meu primo mais gato o Allan, fosse investir, logo em mim. Nós fomos para uma festa e chegando lá rolou uma fica tripla entre eu ele e uma menina que nem lembro o nome. E também não faz diferença. Rolou a ficada tripla onde no meu mundo eu conheço como “ménage a trois”, ficamos nos beijando e depois partimos pra um sobrado meio que deserto no casarão onde rolava a festa. Eu fiquei loco quando o Allan me beijou, quase não o deixava beijá-la, Mas tinha que retribuir de alguma forma. Ele começou a me alisar enquanto a menina me chupava eu o beijava loucamente. Até que ela ficou em pé e pediu pra mim comê-la, eu fiquei meio sem graça, mas não ia deixar meu primo fazer o serviço né, alias ele teria que meter era em mim. Coloquei meu pau na xota dela e o Allan meteu no meu cu, juntos num vai e vem maravilhoso. Eu deixava a menina delirando de tesão, e gemia com a rola grossa do meu priminho do meio dentro de mim. Até que colocamos um fim na transa ambos fazendo sua parte, o Allan meteu uma vez nela e só ficamos nisso. Fomos pra casa e não tocamos no assunto. Mas um certo dia no colégio ele despertou uma curiosidade, na hora do intervalo ele me perguntou se eu tinha realmente gostado da ficada Tripla. Eu falei que sim, mas ai ele se espantou e perguntou se eu era gay, eu disse que talvez sim talvez não. Então falei pra ele que a gente podia tirar essa duvida, chegássemos em casa. Ele riu e falou cara vc é louco. Fomos pra casa e eu não vai a hora de trepar com ele de novo, mas agora seria uma bela foda. Chegamos e almoçamos, ficamos dando um tempo até alguém sair e podermos ficar bem avontis. Foi ai que eu tive a idéia de ir dormir. Entrei no quarto e uns 5 minutos depois Allan adentrou quarto adentro, ficamos sentados na cama nos olhando e não sei o que realmente passava na cabeça dele, mas na minha era uma explosão de prazeres. Ele tirou a blusa de vagar e logo foi me acariciando, confesso que não curti muito não, sou acostumado com pegada gosto de homens que tem jeito de macho. Mas fui levando. Eu abri o short dele e coloquei seu pênis na minha boca, gente é incrível, ele tem 22cm gravados de pau, e uma grossura espantadora. Quase não conseguia por na minha boca de tão grande que é seu pau. Chupei aquela rola toda, com todo meu tesão, parecia que eu estava no paraíso. O incrível é que os dois irmãos faziam juz o sobrenome, “Chubb”. Não me agüentei de vontade e sentei no seu pau, que parecia um bastão de malabarista. Não entrava de jeito nenhum, foi o pau mais grosso que eu já havia sentado até então. Molhamos um pouco com creme hidratante, e entrou ao poucos, meus olhos lagrimejavam de tanta dor. Ele empurrava e me beijava no rosto mesmo assim eu gemia com o cu dolorido, sonhando para aquilo terminar logo. Mas derrepente me veio uma vontade enorme de continuar, foi ai que eu falei mete porra mete, mais agora pra machucar! Ele sentado e eu por cima dele e ele cutucava meu cu numa pressão indescritível. Até que então por fim eu me sentei e ele em pé colocou seu pau na minha boca e me molhou com sua porra todinha. Era tanto liquido que parecia que ele nunca havia gozado antes. Minha boca ficou tão cheia de porra que nem deu pra engoli tudo de uma vez. Sentamos um do lado do outro e rimos, mas rimos muito, não sei do que, mas somente rimos. Saí do quarto, sem deixar nenhuma pista e fui tomar banho, meu cu ainda doía, pois o pau dele realmente é enorme.
Eu estava meio que confuso e feliz pois eu tinha dois homens dentro de casa que me satisfaziam sempre que eu quisesse. O Cris ainda não sabia do Allan assim como o Allan nem sonhava que eu também trepava com o Cris. Já o Renato sabia do Cris, mas desconfiava do Allan, e eu acho que ele também estava querendo entrar na brincadeira.
E eu sonhava em ter não só o Renato como desejava me deitar com o Iann e o Zion, assim poderia disser que eu sim transei com meus cinco primos.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário