Meus pais tiveram que sair do RJ e foram morar no sul do Brasil, eu fui, mas não me adaptei ao clima frio lá de baixo. Meus pais conversaram com meus tios e eles decidiram que eu poderia vim morar aqui no Rio com eles. Fiz minhas malas e pronto embarquei pro RJ na mesma noite... Fui recebido na casa dos meus tios muito bem, eles foram atenciosos e muito hospitaleiros me trataram como um filho, além dos cinco que eles tem. Pois bem na casa mora eu 17, meu tio Carlão 56, minha tia Márcia 50, meus primos, Cristiano 25, Renato 22, Allan 19, Zion e Yann gêmeos de 16 anos. Então somos uma família feliz e alegre. Moramos nas laranjeiras um bairro bastante conhecido aqui do RJ, somos bastante unidos em tudo. Estava morando com eles já fazia uns 5 messes e sempre tive a imprensão de ser observado no banho, ou até mesmo quando estava dormindo. Até que uma duvida veio na minha cabeça, será que eu realmente era observado por alguém? Foi ai que percebi um certo dia alguém me olhando no boxe do banheiro, quando eu olhei a pessoa havia saído.
Passaram uns dias e eu já havia esquecido o que tinha rolado, foi ai que aconteceu o inesperado. Estava sozinho em casa quando o meu primo Cristiano chegou da faculdade, e foi tomar banho. Eu estava no PC como sempre e ele deitou no sofá somente de sunga. Eu disfarçava e ficava olhando ele toda hora, ele parecia saber o que se passava na minha cabeça, hora passava as mãos pelo seu peito definido e liso como de um deus grego, hora coçava as bolas do seu saco, e me fazia ficar com mais tesão ainda. Foi ai que ele se virou pra mim e... Percebeu que eu o olhava de forma diferente. Ele me perguntou o que eu estava olhando eu rapidamente com uma voz meio que gaga, disse que não estava olhando nada. Mas ele sorriu e falou que sabia qual era a minha, e que carinhas como eu na faculdade dele tinha um monte. Eu puxei um assunto e perguntei carinhas como eu? Ele respondeu que sim, carinhas como eu que ficavam nos banheiros da faculdade esperando um cara pra fazer alguma coisa e dali ir pra algum lugar. Eu fiquei meio que curioso e perguntei a ele se ele tinha feito alguma coisa com algum carinha como eu. Ele sorriu e falou que não, mas... Não me senti convencido do que ele me disse. Foi ai que eu disse que na casa deveria ter alguma coisa estranha. Ele perguntou tipo o que? Eu falei que tinha alguma coisa que ficava me olhando sei lá tipo fantasma, ele me olhou com um jeito safado e respondeu sem nenhuma cerimônia, que era ele que ficava me olhando tomar banho. E já tinha feito isso varias vezes. Fiquei meio sem graça, mas gostei de saber daquilo, logo pensei existe alguém aqui que me observa. Meus outros primos foram chegando e a conversa tomou outro rumo.
Fiquei com aquilo na cabeça, o lance dos banheiros, e principalmente o olhar dele pelo basculante do banheiro.
Passando alguns dias o Cristiano estava numa balada, eu fui a te a cozinha pegar um copo d’água, quando ele chegou meio que altinho. Era uma noite linda de lua cheia, ele estava maravilhosamente lindo. Com uma calça jeans tipo skiny, com uma camiseta vermelha nas mãos, e seu corpo suado e cheiroso. Mas não era um cheiro de perfume não, era cheiro de homem, sabe? Daqueles que marcam, foi ai que ele ficou meio alegrinho me agarrou disse que eu não iria escapar das mãos dele mesmo, e que naquela noite ele iria me fazer feliz. Eu tremia de medo que alguém entrasse na cozinha e nos pegasse ali, abraçados e quase se beijando. Ele disse pra mim beijá-lo, e se eu não o beijasse ele iria gritar ate acordar a casa inteirinha. Eu sussurrei garoto para com isso, ta maluco, ele disse me beija então! Ele me levou pro quarto dele e do Renato que dormia como uma pedra. Eu falei que ali não rolaria nada, ele disse aqui não tem problema o Natinho tem sono de leão, não corda nem que a casa caia. Não resisti e cai de boca nos seus lábios, o beijei e fiquei ali beijando ele por algum tempo, até que ele pegou minha mão e passou sobre seu pau. Que estava duro como uma rocha. Fui abrindo a calça dele e ele deitou na cama, sem mais demora cai de boca no seu membro mais precioso. Fui chupando como ninguém já mais havia feito com ele. Ele gemia alto e me desconcentrava por que não estávamos só no quarto havia uma terceira pessoa. O que me dava mais tesão ainda, imaginava que a qualquer hora o Renato poderia se levantar, e sei lá o que ele faria. Quando eu pensava em afastar minha cabeça ele me puxava pelo cabelo e pressionava minha cabeça no seu pau. Sem medo continuei a chupá-lo. Foi quando ele me colocou no colo e me beijou, enquanto ele me beijava ele dedava meu cu, molhava os dedos na boca e enfiava no meu cu, me deixando louco de tesão. Colocou-me de quatro e foi linguando meu cu, e pressionando a língua no meu buraco deliciando-se com um vai e vem frenético, que fazia eu sentir até vontade de gozar. Ele derrepente começou a pressionar seu pau no meu cu, eu pedi pra ele ir devagar, mas foi uma tentativa em vão. Ele foi empurrando com uma força sem saber se eu estava sentindo dor ou não. Começou a meter e me deixando totalmente dolorido e satisfeito, pois era inacreditável que, eu que estava louco pra transar com alguém tinha encontrado um cara que poderia me satisfazer todas as noites, ali mesmo dentro de casa. Ele me colocou por cima dele e mandou eu sentar e rebolar como se fosse uma dançarina de funk, eu como ótimo primo que sou o obedeci e fiquei rebolando no pau dele até ele se cansar e mudar de posição. Foi ai que nós mudamos, ele me, pois de lado e levantou minha perna, com o reflexo da Lua, ficamos em frente a um espelho que tinha perto do guarda roupa do quarto no qual dava pra nos ver. Ele falava olha como seu cuzinho é guloso, ta engolindo minha rola todinha, vai come minha pica, priminho. Ficamos ali nesta posição um bom tempo, até que ele me colocou em pé e começou a chupar meus pés. Não entendi bem porque, mas deixei levar. Ficamos em pé um bom tempo, e nesta posição ele me enrrabou loucamente. Sempre sussurrando no meu ouvido que eu era a fantasia sexual dele, e, ele não via a hora de me colocar pra chorar em cima da rola dele. Foi ai que derrepente o Renato se levantou olhou pra nós dois ali, em pé na cama nus em pelo e se agarrando como dois animais sedentos de sexo. Confesso que foi o momento mais assustador e excitante da noite. Renato olhou riu e deitou novamente, não entendemos nada. Apenas, me ajoelhei diante do pênis delicioso do meu primo querido e me esbaldei no seu gozo que de tão enteso foi quente e delirante. Sai dali rapidamente e fui para o quarto, onde dormia Allan. No dia seguinte ficamos nos olhando por um bom tempo, mas não tocamos no assunto. Até chegar a noite novamente. Sempre me pego com meu primo, e tenho outras historias pra contar aqui pra vocês, tenho certeza que vocês vão adorar. Alias, parente realmente é serpente!
domingo, 24 de maio de 2009
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