quinta-feira, 11 de junho de 2009

O Príncipe dos Mares

Depois do fim de semana animadíssimo na fazenda da Isa. Eu e o Allan ficamos mas unidos. Não em termos de sexo e sim em confiança. Sabia que podia confiar nele de alguma forma até porque nós mantiamos uma relação dentro de casa a baixo dos narizes dos meus tios e dos meus primos. Cheguei perto do Allan e confessei que também mantia um relacionamento meio que secreto com o Cris. Ele disse já desconfiar, mas não imaginava que era com o Cris e sim com o Renato.

Uma certa noite eu acordei meio que abafado, com um calor, e com o corpo todo suado. Fui até a cozinha tomar um copo d’água. Sentei, um pouco e fiquei refletindo sobre os últimos acontecimentos, não imaginara que aquilo tudo havia ocorrido comigo. Parecia que os deuses estavam me abençoando. Sempre gostei de mitologia (vocês já devem ter percebido né!), uns dos deuses que mais me fascina é Poseidon o deus do mar, e também gosto muito da história de Aquiles, Mas voltando ao ponto. Sentado me encontrava na cozinha até que Cris entrou e sentou ao meu lado, conversa vai, conversa vem. Nos beijamos ele me segurou com força pelos cabelos, acho que isso é uma fantasia dele. Colocou-me sobre a mesa, e com uma das mãos levantou minha perna esquerda penetrando seu pau no meu cu. Transamos ali mesmo sobre a mesa da cozinha. A todo instante eu imaginava que alguém podia estar vendo, sei lá uma sensação meio que de vigia, nos olhando de algum lugar da casa. O que me deixava mais cheio de tesão ainda. O Cris me colocou sobre a mesa, e na posição, mas comum do mundo nós transamos, e a tal sensação não passava, só de imaginar um voyeur nos observando era enlouquecedor. Senti-me um peru de festa trepando na mesa da cozinha com o cheff gostoso que seria meu primo.
Coloquei-me de joelhos diante do meu cozinheiro maravilhoso e me preparei para tomar o leite sadio do meu homem. Ele encheu minha boca de porra e depois sentamos pra conversar, achei meio esquisito, mas ele queria mesmo conversar. Ele perguntou como foi o meu fim de semana na fazenda e se eu tinha realmente transado com o Allan. Não neguei nada só não falei sobre o caseiro. Ele ficou meio assim... Mas depois fomos deitar. Como sempre fui dormir com o Allan.
Dia seguinte Zion me tratou meio estranho, não me passou o leite e disse se eu quisesse o pão eu levantasse e pegasse. Atitude que eu nunca havia notado nele antes. Fui com o Renato pro colégio, pois o Allan não teve aula. Como sempre tive que aturar as piadas sem graças dos garotos do colégio, tudo um bando de gays enrustidos, cheios de invejas por não poderem ser que eles querem ser, daí tentam se vingar nas pessoas que são felizes como querem. Fui andando até o parque com a Isa que me confessou estar apaixonada pelo Allan. Senti aquilo cair sobre mim como uma pedra do tamanho do mundo. Falei que iria ajudar eles a se conhecerem melhor, disse mais da boca pra fora, pois eu queria mesmo era o Allan só pra mim. Mas como dizem amigos dividem tudo, né! Então tem que ser tudo mesmo.
Chamei a Isa pra dar uma volta na praia que não quis ir comigo, mesmo assim segui meu rumo, fui caminhar um pouco na areia da praia.
Sentei-me um pouco na areia e fiquei viajando nas ondas do mar... O som das águas me deixaram em transe. Parecia que não existia, mas nada só eu e meus pensamentos. Foi ai que aconteceu o inesperado. Uma bola veio em minha direção e proto, uma pancada tão forte na minha cabeça me deixou desacordado por uns 8 minutos. Quando voltei a si, me deparei com um monte de homens sem blusas me olhando, deitado na areia, e sobre mim estava, um deus lindo, moreno dos olhos negros, de cavanhaque, cabelos escuros e lisos, com um corpo rasgado, de por inveja em qualquer deus do Olimpo. Seu nome Daniel, ele se apresentou logo assim, que eu abri os olhos. Mas pode me chamar de Dan, e sorriu. Sua cabeça esta doendo? Eu balancei a cabeça dizendo que não só estou meio tonto. Levantei e fui pra casa, mas a imagem dele não saiu da minha cabeça. À noite fui com a Isa e o Allan pra um barzinho, chegamos lá e fiz de tudo ra eles não ficarem, mas sem a Isa perceber é claro. Tentativa frustrada quando fui ao banheiro e voltei, eles já estavam se beijando. Sentei-se à mesa e puxei um assunto meio sem sentido. Quando eu olhei pra porta do bar quem vem entrando ele o príncipe dos mares, meu deus hindu. Falei pra Isa olhar rapidamente, mas ele viu a cena e veio ao nosso encontro. Ele chegou em nossa mesa e me perguntou se eu estava bem, depois sorriu e falou, nossa como eu sou babaca se vc esta aqui é claro que esta bem né? Eu disse to bem sim. E agradeci pela preocupação. Allan viu meu olhar de interesse nele e chamou o Dan pra se sentar conosco. Ele aceitou e se sentou ao meu lado. Naquela noite o dan estava muito lindo. Com uma bermuda de surfista preta, com estampas brancas, uma camisa verde grudada no corpo, seus cabelos lindos penteado meio que de lado e um perfume maravilhoso exalava de seu corpo. Quando ele sentou ao meu lado não pude deixar de olhar para o volume que seu pênis fazia na bermuda, fiquei mio que na duvida se era seu pau ou o volume da própria bermuda. Ele se ajeito coçou mala e pronto minhas duvidas foram para o mar, realmente era volume do pau mesmo, seu pênis no tamanho normal era perfeito, e eu não conseguia disfarçar e não tirava ao olhos de seu pau.
Até que derrepente percebi um movimento meio estranho, parecia que seu membro mais precioso estava com vida própria, se arrastava pela sua bermuda parecendo estar louco pra sair da pressão que fazia entre a cueca e a bermuda. Não pude negar e fixei meus olhos para a bermuda, ele nem estava ai pro acontecimento parecia estar gostando.
Saímos do bar e eu num lapso de loucura pedi o telefone do Dan, ele claro me deu. E disse que iria esperar eu telefonar.
Minha vontade era de agarrá-lo ali mesmo e beijá-lo, mas deveríamos dar tempo ao tempo. Fomos pra casa, chegando lá o Allan pergunto se eu estava bolado com a ficada dele e da Isa, eu na hora disse que não, ele era livre pra fazer o que ele quisesse da vida dele e eu nunca iria me meter. Ele disse que reparou meu pequeno interesse pelo Dan, retruquei e falei que ele estava louco. Fomos dormir.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A vida é uma caixinha de surpresas.

O dia amanheceu meio fechado, as nuvens cobriam o sol e esfriava as sombras no banco do pátio do colégio. Embora eu não costumava sentar se ali. Derrepente percebi uma sombra quente ao meu lado não olhei de imediato. Quando me virei me deparei com uma menina linda, loira, de olhos castanhos claros puxados pro verde, pele clara, meio pálida. Mas muito simpática de primeiro momento, pediu licença e sentou-se ao meu lado. Puxei assunto, meio sem saber o que falar, mas disparei. O dia hoje não esta pra peixe né? Ele respondeu meio com uma voz rouca – é realmente, os pescadores devem estar revoltados. Sorri e me apresentei, Per... Pers... Peter. Ela perguntou se eu sempre gaguejava assim antes de disser meu nome. Eu fechei as sobrancelhas, e expliquei a origem de meu nome. Quando me apresentei como Perseu, ela ficou meia que assustada, e indagou, Perseu? Seria em homenagem ao herói grego, filho de Zeus? – pois é isso mesmo, como a maioria dos heróis morreram, foram degolados, surrados ou amaldiçoados pelos deuses meus pais escolheram este, pois o próprio não sofrera muito em sua jornada, e sempre foi bem sucedido em suas batalhas. Talvez por que eles querem que eu seja tão bem sucedido como tal. Respondi. Ela sorriu meio trincando os dentes e falou – seus pais devem ser muitos loucos por mitologia grega né? Como os meus. Então meu nome é Isadora, minha mãe queria por “Juno”, meu pai “Atenas”, mas na sorte recebi Isadora em homenagem a deusa Isis. Puxa! Seus pais devem ser loucos por mitologia grega. Sorrimos juntos. – não só meu pai minha mãe prefere mitologia romana. Ela respondeu - É da pra perceber pelo nome Juno. Acrescentei. Dali pra frente pude perceber, que tivera feito uma amizade com uma menina, logo eu que nunca havia tido um amigo de verdade durante 15 anos. Fui caminhando pra casa junto a Allan e Isadora, que ficou encantada com a beleza de Allan.
Também não era pra menos ele realmente é lindo, parece um descendente de “Narciso” de tão belo. Nos despedimos e cada um seguiu seu caminho, eu junto a Allan pra casa e ela só em rumo ao teu recanto. Quando cheguei em casa encontrei Renato na sala, e minha tia na cozinha, os gêmeos estava se aprontando pra ir pro colégio. Allan entrou para o banheiro e lá, ficou uns quarenta minutos. Ao sair sentamos à mesa e almoçamos. O dia passou normal, mas nada de anormal aconteceu. Ao anoitecer eu e o Cris tivemos nossa transa de sempre. E os dias foram passando eu e Isadora, tivemos uma afinidade enorme, ela sempre estava aqui em casa e eu na casa dela. Ate que um dia ela resolveu falar do seu aniversario de 16 anos. Ela me pediu uma idéia de como poderia ser sua festa, e que ela queria que o Allan fosse. Ela me falou que os pais dela tinham uma fazenda no interior do RJ, e que estava sempre vazia. Então era só esperar um dia de sol pra irmos pra lá. Combinamos tudo e no dia marcado partiríamos pra fazenda. Passou uma semana e chegou à sexta-feira mais esperada, entre eu, ela e Allan, ainda estavam mais seis garotos e nove meninas. Chegamos na fazenda e o sol era de rachar, eu como é bem provável ficaria no quarto junto a Allan. Até porque queria saber se ele iria fazer alguma loucura neste fim de semana. E também eu estava meio frio com ele, quem sabe essa temporada podia fazer nós dois, nos aproximar mais. Entramos no quarto. E logo fomos no preparando para tomar banho de piscina. O Allan colocou a sunga, mas a corda estava pra dentro, ele disse. - pow, Peter! caramba tem alguma sunga extra aê pra me empresta? Porque a minha está meio frouxa. Eu falei - para com isso nada haver nem da pra perceber. – ata e se eu pular na piscina e a sunga cair geral vai me zoar. Ele respondeu. Tá bom, outra eu não tenho, mas dá pra ajeitar, perai!
Peguei uma tampa de caneta e tentei puxar o cordãozinho, mas minha mão estava esbarrando em seu pênis que ficava ereto, ele pediu pra eu parar de passar a mão. Mas não dava, mesmo que eu quisesse. A cabeça de seu pau já estava explodindo pra fora quando eu coloquei a cordinha no lugar certo. Daí ele me perguntou e agora como eu fico? Fechei a porta e falei deixa comigo por que isso eu sei como resolver também. Comecei a chupá-lo, e ele pressionava minha cabeça contra sua tola, e falava carmba primo, pensei que nunca, mas fossemos fazer isso. Você nem sabe o quanto eu estava louco pra te pegar de novo. Chupei, chupei, até que ele disse para, para, vou gozar. Ele gozou na minha boca me deixando todo molhado. Até que Isadora bateu na porta. – hei vcs não vão não? Já estão todos lá! Nos ajeitamos e descemos.Enquanto a galera se banhava na piscina, não pude deixar de reparar em um homem, Que passava de um lado para o outro, meio mal encarado. Perguntei a Isa o que ele era? – tipo caseiro sabe? – uhum sei...! Respondi. Mas o cara era muito desconfiado, mas tinha um jeito especial, chamarisco. Seu nome era Roberto, mas Isa o chamava de Beto, ele era alto deveria ter uns 1,92cm, moreno, forte, peitos cabeludo, braços torneados, pernas grosas, cabelos compridos e cacheados, presos num rabo de cavalo. Tinha um odor que exalava de sua pele, o que, mas me chamara a atenção.
O dia na fazenda foi meio cansativo, as 21hs todos já estavam deitados ou dormindo. Eu fui te o quarto de Isa que já se preparava pra dormi, a chamei pra dar uma volta, mas ela negou. Fui só andei um pouco e avistei uma casa pequena no centro da fazenda logo depois do estábulo. Tinha uma luz acessa minha curiosidade era tão grande que não resisti e fui até lá. Cheguei bem devagar e pude perceber a janela aberta, me abaixei e pude ver, o caseiro com um macacão tipo de mecânico, abaixado até o joelho. Em sua mão direita uma revista de mulheres pelada de segunda. E uma rola do tamanho do mundo na mão esquerda. Ele se masturbava como um cavalo, sua rola era enorme e seus músculos faziam um movimento hesitante. Nessas horas o pior sempre acontece, mas para o meu lado não fora o pior e sim o melhor. Uma vontade enorme de torcir me veio meio que derrepente, não consegui segurar até que pronto. Veio um cof-cof-cof sem tamanho, o que chamou atenção do Beto. Ele olhou para a janela ainda com as mãos ocupadas, e perguntou o que eu estava fazendo ali. Sem ter como me explicar, falei que tinha visto ele e queria saber onde ele morava e tal...Ele disse entra ai que você vai terminar o que eu comecei sozinho. Gaguejei e tentei distorcer, mas a vontade era maior. Como dizia Oscar Wilde “A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos a ela”. Entrei e pronto me ajoelhei diante daquele homem que parecia não ver uma mulher, um gay, ou qualquer outro tipo de ser humano a anos. Chupei seu pau, que deveria ter uns 25cm de largura e uns 14cm de grossura, mas neste mesmo momento, Allan sentiu minha falta e foi me procurar. Não me encontrando na casa, foi andando até que também avistou a tal curiosa casinha e foi até lá. Chegou e ficou na janela olhando eu chupar o caseiro, seu tesão era tão forte, que ele também pos seu pau pra fora e começou a se masturbar, diante da cena. Por um instante ele esquecera onde estava e gemeu muito alto desconcentrando o caseiro.
Que ao olhar pra fora disse nossa, mas um franguinho é. Esse é o que galo ou galinha? Allan entrou na casa e pronto mais uma vez rolou o “ménage a trois”. Eu chupava o Beto e chupava também o Allan, era um sonho. Até que Allan disse pra Beto me enrrabar, Beto falou que não ainda não era hora, e se Allan quisesse ele dava as honras da casa pra ele. Allan me pos de quatro e penetrou sua rola no meu cu que já estava piscando doido pra ser enrrabado. E eu não me aguentava de tesão em quanto chupava a rola enorme do Beto. Enquanto Allan, me enrrabava me puxando pra encaixar seu pau no meu cu. Beto me puxava pelos cabelos e fodia minha boca. Era tão forte que eu nem conseguia respirar. Até que Allan se cansou um pouco e Beto disse agora deixa eu mostrar como é que aqui na fazenda a gente come uma cabrinha bonitinha assim. E pronto ele veio com seu caeté de 25cm sem mesmo pedir licença, foi empurrando, era tão grande que ele penetrou e mesmo assim continuou segurando. E empurrando com a mão. Allan parecia meio que arrependido, pois meus olhos estavam lagrimejando de dor. Mas já que eu estava ali fui até o fim. Beto mandou Allan se masturbar ele ficou batendo uma até sentir vontade de gozar quando Beto disse pronto vou dar o leite pro bezerro, vai moleque coloca teu pau na boca dele também. E os dois gozaram na minha boca, Um gozo quente e delirante. Fui meio que dolorido pro quarto e nem tive disposição pra curtir o dia seguinte na fazenda. No domingo pela manhã partimos pra casa...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O inesperado ainda está por vim

Então logo que eu transei com o Allan, Cris ficou sabendo, e veio tomar satisfações. Perguntou porque eu tinha traído ele e logo com o irmão? Eu retruquei e respondi, lindo alto lá, primeiro: eu não tenho nada serio com você, segundo: desde o começo eu fui bem claro, nada de envolvimentos fortes (tá eu já me sentia marido dele, mas ele não sabia disso), e terceiro: acho que teu irmão já é bem grandinho pra saber o que quer ou não! Né? Ele saiu com raiva chutando tudo. Fiquei meio assim, mas deixei passar. À noite eu fui até o quarto dele, estava ele e o Renato conversando cheguei a tempo de ouvir, o Renato falar: cara fala com ele... Ao entrar eles desconversaram e o Renato se retirou. Sentei ao lado do Cris e falei, falei tudo que eu queria. Disse que tinha mesmo transado com o Allan não uma, mas sim duas vezes, e que realmente ele era insubstituível, mas não se comparava a ele. Logo ele sorriu e perguntou? Se o Natinho te der mole você pega? Eu respondi que sim, claro alias ele é muito gato e eu não iria deixar escapar essa oportunidade. Ele se assustou e disse meio que gritando: oportunidade? Que oportunidade é essa? De transar com todos os meus irmãos? Sorri e disse não bobinho, mas se rolar, claro que fico. O Renato entrou novamente no quarto, eu continuei e me deitei ao lado do Cris, me sentia o verdadeiro namorado dele. Adormeci ali mesmo, meus tios são incríveis nunca perceberam nada ou... Deixava passar despercebido.
Foi ai que o inesperado aconteceu. Meu tio trabalha com publicidade, e logo uma agencia do sul havia o convidado para participar de um congresso do tipo lá na ilha do mel Paraná. Incrível a oportunidade deu sair dali, e ver meus pais claro que eu não desejava isso. Mas as vezes você se sente meio que sozinho, e eu precisava ver meus pais. Meu tio mandou eu fazer minha mala pra passar uns três dias com meus pais, o Allan foi junto, como mula, claro. Isso foi o estopim da coisa, o Cris resolveu ir também. Mas meu tio não concordou, porque depois os gêmeos iriam querer ir e minha tia também, daí era melhor ir só nós três. Adentramos carro afora, e seguimos rumo ao sul do Brasil. Seriam dezessete horas de viajem, e lombo ra burro. Ao chegarmos na altura de Resende, fizemos uma parada, pra lanchar e descansar, um pouco. Eu estava muito apertado e fui ao banheiro. Era por volta das uma hora da madrugada. A parada estava bem tranqüila, e só tinha um ônibus de um grupo de jogadores de basquete que estava indo rumo a Bal. Comburiu. Tinha uns caras, meio que gigantes. Entrei no banheiro e só havia uns três caras. Foram saindo aos poucos quando só restou um. Ele era alto, muito alto, loiro e usava uma blusa do flamengo, um bermudão enorme e um fone desses de Dj’s no pescoço. Ficou no mictorio fazendo hora e eu ali junto pra saber o que ele queria. Disfarcei até que ele se virou pra mim e me mostrou seu pau, que gente era tão grande, mais tão grande que o apelidei até de pau de jegue. Corri imediatamente pra um desses lobys reservados de banheiro, e fiquei com a porta aberta. Ele entrou e me encontrou sentado na privada, coloquei aquela geba na minha boca, e o chupei até ele disser chega. Saímos dali rapidamente até por que meu tio e meu primo sentiriam minha falta, logo, logo. Voltei pra mesa onde eles me esperavam com a desculpa de que eu estava com dor de barriga. E que deveria ser por causa de algo que eu havia comido entes de sair de casa, talvez. A viagem foi longa e duradoura...
Ao entrarmos na cidade de Bal. Comburiu me deparei com o berço dos deuses, do Olimpo. Gente se tiver lugar no mundo melhor só mesmo em bali na Indonésia, alias é o único lugar que se compara a balneário. A praia estava repleta de surfistas, lindos, suados, sarados, e corretivamente esculpidos a olhares clínicos dos deuses. Um verdadeiro antro grego, de luxuria e prazer (sabendo que as orgias vieram de origem romana), mas nesta altura do campeonato eu não estava com cabeça pra saber quem inventou a orgia. Se foram os gregos ou os romanos. Sendo assim parti pra casa dos meus pais, entramos fizemos uma media, matei a saudade e pronto corri pra parai, pra me deleitar na visão do olimpo. Era tanto homem lindo que dava pra fazer uma ilha de Alexandre (relacionada ao inesquecível Alexandre o grande que também como nós adorava uma espada). O Allan foi comigo ele também é um surfista nato. E sendo assim ficamos juntos ali ele paquerando as meninas e eu marcando em cima dos meninos. Voltamos pra casa e fui dormir um pouco estava cansado da viagem. Ao acordar nos reunimos à mesa para jantarmos, conversamos um pouco e colocamos algum papo em dia. Minha mãe sempre me olhando com aquele olhar, de sempre, tipo meu filho não é, mas o mesmo, deve esta aprontando no RJ e muito. Enquanto meu pai perguntava coisas bobas como e as meninas, olha heim! Se engravidar alguma não conte comigo, e dava uma risada meio que sem graça. Mesmo sabendo minha vocação para o homossexualismo. Meu tio exclamou que eu e Allan éramos como carne e unha, saímos sempre juntos e até dormíamos na mesma cama às vezes, minha mãe ficou espantada e perguntou, na mesma cama, como assim? O silencio reinou sobre a mesa, derrepente eu e Allan nos encantamos pela toalha que cobria a mesa de jantar. Terminamos e fomos para o quarto.
Eu dormi em quarto separado ordens da minha mãe, nem dava pra fugir no meio da noite, pois a própria parecia um general de colégio militar, e olha que eu conheço bem esses colégios já fora sido expulso de três. No dia seguinte a campanhia tocou e eu fui atender, me deparei com um moreno alto, cabelos castanhos escuros, caídos na testa, deveria ter uns 1,90cm de altura, olhos acinzentados, e o rosto meio que com uma expressão forte. Meu pai olhou na porta e o mandou entrar. Entra Dionísio, eu fiquei pasmo quando ele exclamou esse nome, me veio como um raio à imagem de um menino franssino que morava numa fazenda ao sul de minas, e sempre brincava comigo nas férias de julho quando eu ia passar uma temporada por lá. Não me contive e perguntei és você filho de Antonio. Ele sorriu e respondeu sou eu sim – e vc quem é? Respondi com um sorriso meio que encantado. Sou eu Perseu, mas todos me chamam de Peter combinação que eu particularmente odeio. Ele espantado me disse que eu estava muito mudado, eu curiosamente lhe respondi a mesma coisa. Agora eu estava em pleno transe, com aquela imagem maravilhosa, e louco pra me deleitar nas mãos de Dionísio o deus do vinho. Percebi de cara a mudança de Allan, mas nós não tínhamos nada, era só curtição, e ele sempre saia com algumas meninas. Nunca me contou, mas eu sempre soube. Meu pai deu a ordem pra Dionísio dormir no meu quarto, minha mãe é claro retrucou, brigou, pediu e implorou pra ele ficar no quarto com Allan. Escorço em vão, ele ficou no meu quarto, Allan também não curtiu muito a idéia. Percebi no decorrer da noite umas sombras que visitara meu quarto meio que repetidamente. Eu estava com um homem lindo ao lado da minha cama, ele dormiu de short e sem camisa seu tórax era bem definido e seu abdome liso como de um anjo. Ele dormia um sono leve e justo, com um jeito angelical como de um ser esculpido em Carrara. Não e contive e alisei seu abdome, percebi que ele respirava fundo parecia estar num sono pesado, coloquei minha boca e fui beijando aos poucos, seu pênis crescia numa velocidade indescritível. Passei a língua no seu pau enquanto eu batia uma punheta fodida. Seu corpo estava quente e sua respiração ofegante, gozei e quando voltei par cama ele virou para o lado. Meu coração estava, mas acelerado do que uma bateria de escola de samba. Voltei pra minha cama e em silencio continuei. O dia amanheceu rapidamente, e Dionísio foi junto com meu pai fazer um trabalho. Não me interessei em saber o que eles foram fazer, fui até a praia e encontrei o Allan. Incrível é que quando você olha pra um cara ele se acha gostoso demais pra ser paquerado por outro homem, e quando realmente rola alguma coisa ele faz de tudo pra você saber que não é o único que ele vai pegar. Logo que ele me avistou ele abraçou uma menina tentando me fazer algum tipo de ciúme, ou coisa parecida. Pra disser a verdade eu nem me comovi, me senti um pouco usado, mas eu já estava sendo usado pelos dois irmãos. E na verdade eu queria mesmo era me deleitar nos braços do “deus do vinho”, aquela beleza grega. A tarde caiu e logo a noite chegou, e eu só tinha mais uma noite e um dia neste paraíso, no domingo pela tarde eu estava de partida pra o RJ. Fomos dar uma volta na praia à noite, eu e o Dionísio conversamos muito e jogamos muitas conversas foras, contei vario casos com mulheres fictícias para ele. Até que voltamos pra casa, o Allan se mordia de raiva.
Mais meu foco era outro, queria provar o leite mineiro, alias o vinho do deus. Fomos dormir, como de costume as sombras ainda iam me visitar no decorrer da noite. Apaguei a luz e pronto senti o cheiro de homem que exalava do calor de seu corpo, Dionísio parecia uma obra divina da criação, feita pelas mãos do deus mais poderoso do olimpo, não era a toa que seus pais lhe deram esse nome. Quando me virei par vê-lo dormindo ele derrepente abriu os olhos e perguntou. Persy (outra combinação que eu detesto, mas meus parentes em Minas adoram chamar-me), respondi sim, fala. Ele gaguejou, mas enfim finalizou. Você é boiola? Eu fiquei sem saber o que disser na hora, mas respirei fundo e perguntei por que ele estava me fazendo aquela pergunta. Ele disse que viu o que eu tinha feito na noite anterior, e que havia gostado. Ele ficou até meio excitado, mas quando eu saí ele murchou. Perguntei se ele queria me dar ou me comer. Porque a tal curiosidade era enorme. Ele respondeu meio que com raiva, ta louco rapá! Eu sou cabra macho, gosto é de comer cu. Eu então rapidamente me deitei sobre seu corpo, e tirei seu short meio que surrado e com uma cor avermelhada de barro da fazenda. Seu pênis já estava ereto o chupei deliciosamente. Ele empurrava minha cabeça contra seu pau, e eu o chupava como se eu nunca tivesse visto um pênis antes. Eu passava as mãos pelo seu corpo, enlouquecidamente. Ele me colocou sobre a cama numa posição de cachorrinho, e penetrou seu pau no meu cu, eu delirei em um êxtase libidinoso. Seu tórax alisava minhas costas me deixando pasmo. Sentei sobre seu pau e falava bem baixinho no seu ouvido, e num tom de sacanagem fode meu cu todinho, mas mete pra machucar. Ele foi bombeando meu cu numa pressão furiosa, na qual não tem como explicar. Colocou-me de quatro, de frente, de costas, mas o auge da foda foi quando ele me deitou na posição de frango assado, e disse bem baixinho no meu ouvido, agora quero ver você gemendo e olhando nos meus olhos. Enquanto ele metia falava palavras do tipo, vem minha cabrinha, deixa eu meter rolinha no teu rabinho, bichinha, deixa!? Coloquei-me de joelhos em frente ao seu pau, quando veio um gozo doce e quente. E logo o leite do mineiro me deixou embasbacado, ficamos nos olhando durante uns dez minutos. Ele disse que tinha uma certa fantasia, de me comer, mas ao tinha certeza de que eu era gay de verdade. Deitei ao seu lado, e juntos dormimos. Acordei no dia seguinte as onze da manhã, era dia de domingo almoçamos e partimos logo pela tarde rumo ao RJ. Dionísio continuou em Balneário, e o Allan não rolou nada com ele na viajem.

terça-feira, 26 de maio de 2009

No Paraíso da familía Chubb

Os dias foram passando e eu como sempre louco pra ficar com meu primo novamente, só não sabia como chegar nele. E de alguma forma parecia que as pessoas da casa já sabiam do que havia rolado. Passaram uns Oito dias até que rolou de novo. Desta vez tinha gente em casa, meus tios e os gêmeos. Eu fui tomar banho e o Cris, esta na cozinha fazendo um lanche, mas sua vontade mesmo era de comer outra coisa. Passei pela cozinha pra pegar minha toalha na área de serviço quando ele falou com uma cara de safado, oba, hoje tem show! Fui para o banheiro e como de costume deixei a porta aberta, sou caustrofóbico, e uma vez quase morri preso dentro do banheiro, mas não vem ao caso. Quando liguei a ducha, Cris entra pela porta adentro e fala pra eu ficar quieto. Pois ninguém havia visto. Calei-me e deixei rolar, ele fechou a porta e tirou a roupa adentrando no boxe junto a mim. Fiquei de joelhos diante da sua rola dura e viril, comecei a chupá-lo, deliciosamente, imaginado que ele era o único homem da face da terra. Ele se derretia de tesão e me deixava relaxado, junto à água quente que descia da ducha. O Cris me segurou como de costume pelos cabelos e me levou ate sua boca me beijou e disse que sempre quis ter uma bonequinha inflável, só pra ele. Mas não imaginava que eu seria a tal bonequinha Dele.
Colocou-me, em pé e meteu sua vara no meu cu, eu estava em pleno êxtase. Gemia e sussurrava, bem baixinho no ouvido dele. Mete essa vara em mim, mete! A transa foi meio que rápido até pq não sabíamos como sair do banheiro. Mas depois de uma bela gozada de ambas as partes. Conseguimos sair, sem que ninguém percebesse.
O Cristiano sempre dava um jeito de me evitar e eu também não gostava de dar bandeira, que eu estava gostando da brincadeira. E até tinha medo de me apaixonar por ele. Foi ai que aconteceu o inesperado mais esperado dos tempos. O Renato me chamou num canto e me contou que viu tudo o que havia rolado entre eu e o Cris numa noite. Eu tentei fugir do assunto, disfarcei, contornei, mas não deu, tive que pedir quase que de joelhos pra ele não contar para meus tios. Ele perguntou se tinha sido a primeira vez, e se depois daquela havia acontecido outras, eu confirmei que sim, aquela tinha sido a primeira e que realmente haviam rolado outras. Ele ficou quieto, mas sei lá parecia ter um ar de cinismo no jeito dele. Pois os dias como sempre foram passando. E o que eu nunca imaginava era que o meu primo mais gato o Allan, fosse investir, logo em mim. Nós fomos para uma festa e chegando lá rolou uma fica tripla entre eu ele e uma menina que nem lembro o nome. E também não faz diferença. Rolou a ficada tripla onde no meu mundo eu conheço como “ménage a trois”, ficamos nos beijando e depois partimos pra um sobrado meio que deserto no casarão onde rolava a festa. Eu fiquei loco quando o Allan me beijou, quase não o deixava beijá-la, Mas tinha que retribuir de alguma forma. Ele começou a me alisar enquanto a menina me chupava eu o beijava loucamente. Até que ela ficou em pé e pediu pra mim comê-la, eu fiquei meio sem graça, mas não ia deixar meu primo fazer o serviço né, alias ele teria que meter era em mim. Coloquei meu pau na xota dela e o Allan meteu no meu cu, juntos num vai e vem maravilhoso. Eu deixava a menina delirando de tesão, e gemia com a rola grossa do meu priminho do meio dentro de mim. Até que colocamos um fim na transa ambos fazendo sua parte, o Allan meteu uma vez nela e só ficamos nisso. Fomos pra casa e não tocamos no assunto. Mas um certo dia no colégio ele despertou uma curiosidade, na hora do intervalo ele me perguntou se eu tinha realmente gostado da ficada Tripla. Eu falei que sim, mas ai ele se espantou e perguntou se eu era gay, eu disse que talvez sim talvez não. Então falei pra ele que a gente podia tirar essa duvida, chegássemos em casa. Ele riu e falou cara vc é louco. Fomos pra casa e eu não vai a hora de trepar com ele de novo, mas agora seria uma bela foda. Chegamos e almoçamos, ficamos dando um tempo até alguém sair e podermos ficar bem avontis. Foi ai que eu tive a idéia de ir dormir. Entrei no quarto e uns 5 minutos depois Allan adentrou quarto adentro, ficamos sentados na cama nos olhando e não sei o que realmente passava na cabeça dele, mas na minha era uma explosão de prazeres. Ele tirou a blusa de vagar e logo foi me acariciando, confesso que não curti muito não, sou acostumado com pegada gosto de homens que tem jeito de macho. Mas fui levando. Eu abri o short dele e coloquei seu pênis na minha boca, gente é incrível, ele tem 22cm gravados de pau, e uma grossura espantadora. Quase não conseguia por na minha boca de tão grande que é seu pau. Chupei aquela rola toda, com todo meu tesão, parecia que eu estava no paraíso. O incrível é que os dois irmãos faziam juz o sobrenome, “Chubb”. Não me agüentei de vontade e sentei no seu pau, que parecia um bastão de malabarista. Não entrava de jeito nenhum, foi o pau mais grosso que eu já havia sentado até então. Molhamos um pouco com creme hidratante, e entrou ao poucos, meus olhos lagrimejavam de tanta dor. Ele empurrava e me beijava no rosto mesmo assim eu gemia com o cu dolorido, sonhando para aquilo terminar logo. Mas derrepente me veio uma vontade enorme de continuar, foi ai que eu falei mete porra mete, mais agora pra machucar! Ele sentado e eu por cima dele e ele cutucava meu cu numa pressão indescritível. Até que então por fim eu me sentei e ele em pé colocou seu pau na minha boca e me molhou com sua porra todinha. Era tanto liquido que parecia que ele nunca havia gozado antes. Minha boca ficou tão cheia de porra que nem deu pra engoli tudo de uma vez. Sentamos um do lado do outro e rimos, mas rimos muito, não sei do que, mas somente rimos. Saí do quarto, sem deixar nenhuma pista e fui tomar banho, meu cu ainda doía, pois o pau dele realmente é enorme.
Eu estava meio que confuso e feliz pois eu tinha dois homens dentro de casa que me satisfaziam sempre que eu quisesse. O Cris ainda não sabia do Allan assim como o Allan nem sonhava que eu também trepava com o Cris. Já o Renato sabia do Cris, mas desconfiava do Allan, e eu acho que ele também estava querendo entrar na brincadeira.
E eu sonhava em ter não só o Renato como desejava me deitar com o Iann e o Zion, assim poderia disser que eu sim transei com meus cinco primos.

domingo, 24 de maio de 2009

Sobre a Luz do Luar

Meus pais tiveram que sair do RJ e foram morar no sul do Brasil, eu fui, mas não me adaptei ao clima frio lá de baixo. Meus pais conversaram com meus tios e eles decidiram que eu poderia vim morar aqui no Rio com eles. Fiz minhas malas e pronto embarquei pro RJ na mesma noite... Fui recebido na casa dos meus tios muito bem, eles foram atenciosos e muito hospitaleiros me trataram como um filho, além dos cinco que eles tem. Pois bem na casa mora eu 17, meu tio Carlão 56, minha tia Márcia 50, meus primos, Cristiano 25, Renato 22, Allan 19, Zion e Yann gêmeos de 16 anos. Então somos uma família feliz e alegre. Moramos nas laranjeiras um bairro bastante conhecido aqui do RJ, somos bastante unidos em tudo. Estava morando com eles já fazia uns 5 messes e sempre tive a imprensão de ser observado no banho, ou até mesmo quando estava dormindo. Até que uma duvida veio na minha cabeça, será que eu realmente era observado por alguém? Foi ai que percebi um certo dia alguém me olhando no boxe do banheiro, quando eu olhei a pessoa havia saído.
Passaram uns dias e eu já havia esquecido o que tinha rolado, foi ai que aconteceu o inesperado. Estava sozinho em casa quando o meu primo Cristiano chegou da faculdade, e foi tomar banho. Eu estava no PC como sempre e ele deitou no sofá somente de sunga. Eu disfarçava e ficava olhando ele toda hora, ele parecia saber o que se passava na minha cabeça, hora passava as mãos pelo seu peito definido e liso como de um deus grego, hora coçava as bolas do seu saco, e me fazia ficar com mais tesão ainda. Foi ai que ele se virou pra mim e... Percebeu que eu o olhava de forma diferente. Ele me perguntou o que eu estava olhando eu rapidamente com uma voz meio que gaga, disse que não estava olhando nada. Mas ele sorriu e falou que sabia qual era a minha, e que carinhas como eu na faculdade dele tinha um monte. Eu puxei um assunto e perguntei carinhas como eu? Ele respondeu que sim, carinhas como eu que ficavam nos banheiros da faculdade esperando um cara pra fazer alguma coisa e dali ir pra algum lugar. Eu fiquei meio que curioso e perguntei a ele se ele tinha feito alguma coisa com algum carinha como eu. Ele sorriu e falou que não, mas... Não me senti convencido do que ele me disse. Foi ai que eu disse que na casa deveria ter alguma coisa estranha. Ele perguntou tipo o que? Eu falei que tinha alguma coisa que ficava me olhando sei lá tipo fantasma, ele me olhou com um jeito safado e respondeu sem nenhuma cerimônia, que era ele que ficava me olhando tomar banho. E já tinha feito isso varias vezes. Fiquei meio sem graça, mas gostei de saber daquilo, logo pensei existe alguém aqui que me observa. Meus outros primos foram chegando e a conversa tomou outro rumo.
Fiquei com aquilo na cabeça, o lance dos banheiros, e principalmente o olhar dele pelo basculante do banheiro.
Passando alguns dias o Cristiano estava numa balada, eu fui a te a cozinha pegar um copo d’água, quando ele chegou meio que altinho. Era uma noite linda de lua cheia, ele estava maravilhosamente lindo. Com uma calça jeans tipo skiny, com uma camiseta vermelha nas mãos, e seu corpo suado e cheiroso. Mas não era um cheiro de perfume não, era cheiro de homem, sabe? Daqueles que marcam, foi ai que ele ficou meio alegrinho me agarrou disse que eu não iria escapar das mãos dele mesmo, e que naquela noite ele iria me fazer feliz. Eu tremia de medo que alguém entrasse na cozinha e nos pegasse ali, abraçados e quase se beijando. Ele disse pra mim beijá-lo, e se eu não o beijasse ele iria gritar ate acordar a casa inteirinha. Eu sussurrei garoto para com isso, ta maluco, ele disse me beija então! Ele me levou pro quarto dele e do Renato que dormia como uma pedra. Eu falei que ali não rolaria nada, ele disse aqui não tem problema o Natinho tem sono de leão, não corda nem que a casa caia. Não resisti e cai de boca nos seus lábios, o beijei e fiquei ali beijando ele por algum tempo, até que ele pegou minha mão e passou sobre seu pau. Que estava duro como uma rocha. Fui abrindo a calça dele e ele deitou na cama, sem mais demora cai de boca no seu membro mais precioso. Fui chupando como ninguém já mais havia feito com ele. Ele gemia alto e me desconcentrava por que não estávamos só no quarto havia uma terceira pessoa. O que me dava mais tesão ainda, imaginava que a qualquer hora o Renato poderia se levantar, e sei lá o que ele faria. Quando eu pensava em afastar minha cabeça ele me puxava pelo cabelo e pressionava minha cabeça no seu pau. Sem medo continuei a chupá-lo. Foi quando ele me colocou no colo e me beijou, enquanto ele me beijava ele dedava meu cu, molhava os dedos na boca e enfiava no meu cu, me deixando louco de tesão. Colocou-me de quatro e foi linguando meu cu, e pressionando a língua no meu buraco deliciando-se com um vai e vem frenético, que fazia eu sentir até vontade de gozar. Ele derrepente começou a pressionar seu pau no meu cu, eu pedi pra ele ir devagar, mas foi uma tentativa em vão. Ele foi empurrando com uma força sem saber se eu estava sentindo dor ou não. Começou a meter e me deixando totalmente dolorido e satisfeito, pois era inacreditável que, eu que estava louco pra transar com alguém tinha encontrado um cara que poderia me satisfazer todas as noites, ali mesmo dentro de casa. Ele me colocou por cima dele e mandou eu sentar e rebolar como se fosse uma dançarina de funk, eu como ótimo primo que sou o obedeci e fiquei rebolando no pau dele até ele se cansar e mudar de posição. Foi ai que nós mudamos, ele me, pois de lado e levantou minha perna, com o reflexo da Lua, ficamos em frente a um espelho que tinha perto do guarda roupa do quarto no qual dava pra nos ver. Ele falava olha como seu cuzinho é guloso, ta engolindo minha rola todinha, vai come minha pica, priminho. Ficamos ali nesta posição um bom tempo, até que ele me colocou em pé e começou a chupar meus pés. Não entendi bem porque, mas deixei levar. Ficamos em pé um bom tempo, e nesta posição ele me enrrabou loucamente. Sempre sussurrando no meu ouvido que eu era a fantasia sexual dele, e, ele não via a hora de me colocar pra chorar em cima da rola dele. Foi ai que derrepente o Renato se levantou olhou pra nós dois ali, em pé na cama nus em pelo e se agarrando como dois animais sedentos de sexo. Confesso que foi o momento mais assustador e excitante da noite. Renato olhou riu e deitou novamente, não entendemos nada. Apenas, me ajoelhei diante do pênis delicioso do meu primo querido e me esbaldei no seu gozo que de tão enteso foi quente e delirante. Sai dali rapidamente e fui para o quarto, onde dormia Allan. No dia seguinte ficamos nos olhando por um bom tempo, mas não tocamos no assunto. Até chegar a noite novamente. Sempre me pego com meu primo, e tenho outras historias pra contar aqui pra vocês, tenho certeza que vocês vão adorar. Alias, parente realmente é serpente!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Primos

Primos em ordem de nascimento! Reparem que as inicias deles formam uma palavra! Descubra qual é?

Cristiano

Renato



Allan




Zion & Yann